domingo, 11 de julho de 2010
Porques?
Tanta angústia, medo
Se as respostas estão tão perto dentro de você na sua frente?
Porque essa fuga descontrolada...
Se continua deixando a alma aprisionada
O coração encarcerado a consciência pesada?
Gostar de você
Se nem sei quem é direito?
Se ainda sei tão pouco de você
Se esta certo apenas dentro do meu peito
Como posso ficar pensando
o dia inteiro sonhando
Se nunca lhe vi
nem sei qual o teu cheiro
Como posso lhe descrever tão completamente
Com riqueza de detalhes
Nem sei como é direito tua aparência
Nem quais são tuas verdades
Como posso me identificar com alguém
Com tantas poucas coisas que sei
Como desejar um beijo
Se nem sei se me percebeu também
As flores invadiram a rua
Fizeram do asfalto um jardim
Rachaduras por todo lado fazem um tapete de jasmim
As luzes se apagaram
Agora as lâmpada são estrelas e os postes solitários se transformaram em trepadeiras
AS buzinas e sirenes não tocam mais
Dando lugar a sinfonia de pardais
E a lua que de fazes se dividia
Agora brilha todo dia
terça-feira, 22 de junho de 2010
Dismestifiando
Não é nenhum dia especial
Nem uma data importante
Nada aconteceu de novo
E eu ainda sou como antes
A lua ainda brilha da mesma forma
Nossa!! E como ela brilha sempre toda prosa
O sol nasce todas as manhãs menos em dias nublados
Ainda escuto as músicas de Djavan que hipnotiza
E Jobim ainda toca na minha memória ao piano; Luiza
As túlipas vermelhas ainda nascem por todo canto
O meu coração de cristal que me deste ainda descansa na cabeceira
Minha poesia também não muda
Tem quase sempre o mesmo começo e dissertação
O final fica sempre em aberto
Continuo escrevendo muito, dormindo pouco, lendo demais
Meu perfume ainda é o mesmo
Só ainda não tenho você por perto
Nem uma data importante
Nada aconteceu de novo
E eu ainda sou como antes
A lua ainda brilha da mesma forma
Nossa!! E como ela brilha sempre toda prosa
O sol nasce todas as manhãs menos em dias nublados
Ainda escuto as músicas de Djavan que hipnotiza
E Jobim ainda toca na minha memória ao piano; Luiza
As túlipas vermelhas ainda nascem por todo canto
O meu coração de cristal que me deste ainda descansa na cabeceira
Minha poesia também não muda
Tem quase sempre o mesmo começo e dissertação
O final fica sempre em aberto
Continuo escrevendo muito, dormindo pouco, lendo demais
Meu perfume ainda é o mesmo
Só ainda não tenho você por perto
Sem controle
Me deixe então sozinha com a minha poesia
Se não tenho como gritar,
Minha voz não chegaria aos quatro cantos, então vou escrever
Quem sabe alguém possa ler e lendo absorver e entender?
Não . não tente me impedir
Deixe-me sossegada na minha euforia
Ela não é ilusória
Eu sei que muitos a querem
Então ela não é só minha e nem imprópria
Não , não tente me dizer
Que não posso que não deveria
Porque não tenho medo ,nem covardia , saia não apague o que escrevo
Não, não vou me conter, nem há quem me impeça de ser o que sou,
De fazer o que faço
Vou continuar por onde for
Porque acredito inteiramente no amor!
Noturno
Abraço a noite
E não vem o sono
Apenas dorme quem não tem amor
Acordada, sonho
Meus pensamentos pedem passagem
Minha alma devaneios
Flores soltas em aroma e cor
Dorme apenas quem não tem amor
Casa Vazia
Casa vazia uma cadeira na varanda
O vento soprando ,luzes acessas nas janelas vizinhas
È noite de lua cheia
Eu recostando o pensamento cansado de voar tão alto,
De correr pra tão longe cruzando estradas , montes
Casa vazia, noite serena e fria
Coração batendo em tom alto
Como meu vôo ao infinito
Distante prossigo sem sair do lugar
Outono
Outono
O outono tardio se faz
Bosques vazios
O chão um tapete de folhas secas
Um rio inerte pelo frio
O coração quase parando repleto de incertezas
De certo apenas esse desejo meu desatino
Amor Sem Fim
Há uma luz, um brilho que não morre
Um algo mis que não se apaga
Um som que ecoa longe e tão perto
Em meu peito vazio e repleto
Repleto de amor
O teu olhar não morre
Teu sorriso não se apaga
Tua voz ainda escuto por todo o canto
Amor que não se acaba
Perfil
Perfil
Sou uma mescla
Uma mistura na luz da Lua
Sou o mel, do pólen a cor
Para uma abelha mal avisada sou uma flor
Sou uma espera, uma porta sempre aberta
Sou inteiramente amor
Essa Noite
Essa noite eu queria ficar assim;
Deitada em teu colo
Eu queria apenas ficar assim
Lua lânguida, sombras, sonhos, almas afins
Essa noite eu queria teu ´perfume
Deitada em teu colo
Eu queria apenas teu perfume
Amadeirado, adocicado que invade
Essa noite eu queria ouvir teu coração
Deitada em teu colo
Ouvindo apenas teu coração
Suave , suave
Como vento lá fora
Essa noite eu queria que fosse verdade
Deitada em teu colo
Eu queria apenas que fosse verdade
Teu colo, teu coração,você
que é minha felicidade
domingo, 6 de junho de 2010
Amor sem fim
Eu perdi o controle da poesia
Ela mesma se deita no papel por mim
Porque meu peito
Virou vazante tão inconstante que transborda amor sem fim
Ela mesma se deita no papel por mim
Porque meu peito
Virou vazante tão inconstante que transborda amor sem fim
Controle
Eu posso mudar meu caminho
Mudar a aparência a posição do relógio na parede
Mudar meu lugar à mesa
Eu posso trocar de roupa tantaas vezes que eu puder
Posso trocar as estações do rádio
Trocar o garfo por colher
Eu posso tomar qualquer decisão, certa ou errada
Posso tomar café ou água gelada quem sabe até uma limonada
Eu posso dominar a situação
Mas no entanto virei escrava do amor que tomou conta do meu coração
Mudar a aparência a posição do relógio na parede
Mudar meu lugar à mesa
Eu posso trocar de roupa tantaas vezes que eu puder
Posso trocar as estações do rádio
Trocar o garfo por colher
Eu posso tomar qualquer decisão, certa ou errada
Posso tomar café ou água gelada quem sabe até uma limonada
Eu posso dominar a situação
Mas no entanto virei escrava do amor que tomou conta do meu coração
Amor perfeito
Bate no peito amor perfeito
Que não tem jeito
De silenciar
Bate tão alto que nem amplificador
Tem como se comparar
Amor no peito em mim fica do lado esquerdo
Mas é em todo peito que faz pulsar
Pulsa aqui e no corpo inteiro
Faz estremecer faz delirar
Nasce no jardim bem lá no meio
Como flor ...Amor perfeito
Também tem lugar no canteiro do amor
Recebe em troca um jardineiro um poeta ou doutor
Esse querer aventureiro
Não importa quem se foi hoje ou ontem
Seja na mulher ou no homem
O que realça e o perfeito amor
Que não tem jeito
De silenciar
Bate tão alto que nem amplificador
Tem como se comparar
Amor no peito em mim fica do lado esquerdo
Mas é em todo peito que faz pulsar
Pulsa aqui e no corpo inteiro
Faz estremecer faz delirar
Nasce no jardim bem lá no meio
Como flor ...Amor perfeito
Também tem lugar no canteiro do amor
Recebe em troca um jardineiro um poeta ou doutor
Esse querer aventureiro
Não importa quem se foi hoje ou ontem
Seja na mulher ou no homem
O que realça e o perfeito amor
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Verde Ramaria
Verde Ramaria
Que me concede mais uma poesia
E pela estradinha desenhando em ziguezague aterrada
Lá se vai a Romaria
Tão longe vai que já nem mais escuto a cantoria
Clamando e chorando seus ais na languida melodia
Agora nesse momento sinto apenas a aragem,
balançando um sino preso na janela
E um pequeno giro do cata-vento de folhas de seda amarela
A verde ramaria ainda brilha tendo a ventania nas folhagens
Logo anuncia uma chuva ao entardecer
E me concede novamente força pra caneta fremente escrever
E assim a chuva desce assentando o pó da estradinha ao longe
No ziguezaguear encharcando a verde ramaria
dando viço as folhagens e aos pastos fertilidade
E vida a poesia
Ei! Alguém corre lá no quintal, pra tirar as roupas pendurada e já encharcadas no varal
E depois entre na varanda , que a chuva não abranda e já é temporal
E pela vidraça eu contemplo ,ouvindo o cantar do vento a paisagem acinzentada
E mesmo o tempo fechado
Pela vidraça separado
Ainda entra o aroma de terra molhada
E a verde ramaria como nunca se esconde
Traz inspiração aos montes
De mais uma rascunhada
Que me concede mais uma poesia
E pela estradinha desenhando em ziguezague aterrada
Lá se vai a Romaria
Tão longe vai que já nem mais escuto a cantoria
Clamando e chorando seus ais na languida melodia
Agora nesse momento sinto apenas a aragem,
balançando um sino preso na janela
E um pequeno giro do cata-vento de folhas de seda amarela
A verde ramaria ainda brilha tendo a ventania nas folhagens
Logo anuncia uma chuva ao entardecer
E me concede novamente força pra caneta fremente escrever
E assim a chuva desce assentando o pó da estradinha ao longe
No ziguezaguear encharcando a verde ramaria
dando viço as folhagens e aos pastos fertilidade
E vida a poesia
Ei! Alguém corre lá no quintal, pra tirar as roupas pendurada e já encharcadas no varal
E depois entre na varanda , que a chuva não abranda e já é temporal
E pela vidraça eu contemplo ,ouvindo o cantar do vento a paisagem acinzentada
E mesmo o tempo fechado
Pela vidraça separado
Ainda entra o aroma de terra molhada
E a verde ramaria como nunca se esconde
Traz inspiração aos montes
De mais uma rascunhada
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Pescador
vou deixar de ser trovador
e vou pescar emoção
e vou sonhar como pescador
fisgar um meigo coração
Um meigo coração que já foi fisgado
Mas que pelo pescador ainda não foi notado
Um pescador que sonha
E que trova sem temor
Que pesca e escreve com o anzol lindos versos de Amor!
Parceria com o amigo Pedro!
e vou pescar emoção
e vou sonhar como pescador
fisgar um meigo coração
Um meigo coração que já foi fisgado
Mas que pelo pescador ainda não foi notado
Um pescador que sonha
E que trova sem temor
Que pesca e escreve com o anzol lindos versos de Amor!
Parceria com o amigo Pedro!
Silêncio das águas
No silêncio das águas
O poeta pesca muito mais que palavras, pesca emoção
Que estão sutilmente mergulhadas
no fundo de um rio lançadas , junto a solidão
O poeta pesca muito mais que palavras, pesca emoção
Que estão sutilmente mergulhadas
no fundo de um rio lançadas , junto a solidão
A Poesia
Não entristeça ,minha poesia
Ela não é só minha, é do mundo
Ela não é só sua é de todos
É o que eu tenho de mais profundo
Não machuque mais minha inspiração
Ela não me pertence
Ela vem de tudo que vejo e vivencio
Da minha escrita você não é o único caminho
Ela não é só minha, é do mundo
Ela não é só sua é de todos
É o que eu tenho de mais profundo
Não machuque mais minha inspiração
Ela não me pertence
Ela vem de tudo que vejo e vivencio
Da minha escrita você não é o único caminho
Não vou me calar
Quando encontro teus olhos o mundo lá fora silencia
Tenho tanto a dizer mas também me calo e nasce mais uma poesia
Me calo porque tenho medo de falar
Mas se o mundo se cala e você sorrir, é sinal que você não quer ler quer me ouvir
Quando seus olhos me encontrarem novamente
Não vou me calar
Vou falar que te amo incondicionalmente
E sempre vou te amar!
Tenho tanto a dizer mas também me calo e nasce mais uma poesia
Me calo porque tenho medo de falar
Mas se o mundo se cala e você sorrir, é sinal que você não quer ler quer me ouvir
Quando seus olhos me encontrarem novamente
Não vou me calar
Vou falar que te amo incondicionalmente
E sempre vou te amar!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Campo de Girassol
vGirassol
Meus olhos se perdem
No infinito desse campo repleto de girassóis
Na esperança, na dança da luz na magia do vento
Na neblina da manhã
Nas flores que ainda irão crescer
Eu queria era voltar a ser criança
E por esses campos correr
Pra sentir o vento e os girassóis lambendo meu corpo acariciando sem medo
Eu queria voltar nesse lugar
Onde nunca fui
Onde apenas meus olhos foram fechados e sonhando.
Neblina
Eu viajo na neblina
De uma tarde escura e fria
Sentindo o cheiro de terra molhada
Vendo a chuva chegando e caindo sorrateira
Vejo o verde mais verde
O cinza descortinando a tarde
São cores de inverno em pleno verão na minha frente
E isso me acalma, renova faz os pensamentos se moldarem no seu tempo
E tudo entra em seu prumo
Uma tarde de neblina me faz companhia
Vou Dentro de Mim a Sombra Procurando(Fernando Pessoa)
Desenrolando dúvidas e certezas
Respostas talvez irei encontrando
Nesse meu vasto mundo insano
Procurando nas sombras ,procurando
Tudo vou espalhando , não me importando
Porque se cair depois vou catando
E cada coisa , desejos no lugar colocando
E cada vez mais me aprofundado
Até encontrar a mim mesma
Sem respostas me revelando
Sem saber de anda ainda continuo a sina
Procurando ...procurando...
Nele
É nele que me inspiro
Nesse amor infinito
Mesmo mal resolvido
Num sorriso tão lindo
Nesse olhar que eu acredito
È nele que me invento
Nessa verdade que só eu compreendo
Numa explosão de sentimento
Na fúria de um tufão, na suavidade do vento
Porque sei que não é só de momento
È nele que me acho
Nessa procura por fora e por dentro
Por todos os espaços
Num prazer que me dá inteiro ou em pedaços
Sem coincidências nem acasos
terça-feira, 18 de maio de 2010
Jardins de Monet
Em suas cores de outono menos florido
Ainda se mostra o jardim no mergulho na alma do pintor
O aroma guardado da primavera , das dança dos juncos
Na lagoa folhas então em sentinela
Numa ponte pequena de madeira esverdeada
Com a mesma pintura tens a casa e todas as janelas
A primavera ainda se faz distante mas as flores ainda brotam no mistério elegante
Jardim de Monet, fica na França na cidade de Geverny, onde foi moradia do Pintor por muitos anos!
Hoje os jardins estão abertos a visitação!
Aos seus Olhos
Ainda me tortura a idéia
O simples fato de você não acreditar
Suspeitando do meu sentimento
O real sentido do verbo amar
Longos dias passo a pensar
Horas a fio tentando entender
O que preciso fazer?
Só peço mais uma chance
Só uma apenas
Esperando que você aceite
Um amor puro e verdadeiro
Seus olhos poderão sim entender
Meus olhos
De olhos abertos sonho
E ao fecha-los disfarço
Meu olhar tristonho
E assim meu sonho vou compondo
Sem me importar se chove,
se faz sol ou se há ou não ventania
Eu sonho apenas ... sonho junto a poesia
Tragédia
A minha tragédia é só minha
Não queiram partilhar, sou egoísta até na dor
Porque minha dor ninguém entende nem podem carregar
Condenada eu fui a esse amor
Dias e noites
Dias e noites...
Dias e noites e madrugada
Quente, silente , embriagada
Hora , minutos e segundos
Que se arrastam, passam vagarosamente sem você
E tudo é quase nada
Como mergulhar no rio de águas turvas ou claras
Vir a tona molhada com a alma seca desenfreada
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Folhas Secas
Porque você acabou com a minha ilusão?
Que alimentava meu coração
Deitada fiquei em folhas secas
Na aridez de uma primavera intensa
Que o verão e outono varreram
Assim como teu desprezo
Que atingiu meu coração em cheio
Mulher Feliz
Só porque preciso desse amor urgente,
pra poder seguir enfrente
Para me sentir livre e contente
Pra que a paz que procurava seja presente
Pra fazer luzir manhãs de sol ausente
Pra fazer brilhar a noite uma estrela cadente
E que a lua brinde intensamente
Pra adormecer suavemente
Nesse dia queria lhe deixar por escrito
Um verso bem bonito
Porem não sei se consigo
Talvez saia algo de improviso
Também queria te oferecer as mais linda rosas
De cores completamente diferentes
E com um aroma eloquente
Nesse dia queria te agradecer
Pelas noites mal dormidas
Pela mão sempre estendida, pelo carinho e compreensão
E porque não dos puxões de orelha , das risadas e brincadeiras
E por me esperar sempre com um sorriso no portão
Mãe nesse teu dia tb quero lhe pedir desculpas
Por alguma palavra dita sem pensar
Pela falta de entendimento e se algum dia de tristeza lhe fiz chorar
minha filha é uma moça de verdade e isso me traz a maturidade
de entender o amor maternal
Nesse teu dia, de onde estiver , se que por mim ainda estar a zelar
E mesmo tendo a saudade no lugar da tua física imagem, perto ainda te sinto
Como meu verdadeiro abrigo,estará sempre comigo
Até novamente te encontrar
DEDICO ESSA PEQUENA HOMENAGEM A MULHER MARAVILHOSA QUE FOI É E SEMPRE SERÁ.
MINHA QUERIDA E SAUDOSA MÃE.
sábado, 1 de maio de 2010
Amor de Outono
Amor de Outono
Coleção de poemas e poesias entre elas:
-Juras de Amor
-Coração de outono
-A lua não me basta
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Sentimento de poeta
Sentimento de poeta:Poemas e poesias no total de 20 textos entre eles:
-Sentimento de poeta
Feliz Natal
-Nada posso
-Amargura
terça-feira, 27 de abril de 2010
HISTÓRIA DE AMOR
História de amor, coleção de 43 poemas e poesias.entre elas:
-Luiza
_Não sei nada
-Fuga
-Meu mundo...etç
-Luiza
_Não sei nada
-Fuga
-Meu mundo...etç
segunda-feira, 26 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
DESENCANTO
Desencantou...
É título de livro
É pausa num retrato colorido
É rima de poesia
É pintura numa tela vazia
É mar que quebra na praia infinda
É canções tocadas de encontros e despedidas
É aroma das sempre vivas
É frescor da lua refletida
É saudade infinita
É dor oculta escondida
É título de livro
É pausa num retrato colorido
É rima de poesia
É pintura numa tela vazia
É mar que quebra na praia infinda
É canções tocadas de encontros e despedidas
É aroma das sempre vivas
É frescor da lua refletida
É saudade infinita
É dor oculta escondida
JANELA PARA O MUNDO
O que vale mais que esse poema?
O que vale mais que ver a açucena caindo tão pequena,?
Um colibri sobrevoando o jardim?
O que vale os segredos nas rimas ,nos decassílabos?
Talvez seria mais valiosa a rosa que nasce na rua
Pulsando no asfalto do que aquela que enfeita o centro da mesa
O que vale são coisas tão pequenas
Que vale mais que esse simples poema,
Abrindo a janela para o mundo
Inteira
Eu já mergulhei bem fundo do que se poSSa imaginar
Já voei tão alto que jamais poderia alçar outro vôo igual
Já fui bem mais além dos limites desse quintal
Dessa estrada desse mundo
Tirei os pés do chão
Ou talvez tenha tirado o chão pra pisar nas nuvens
Sem perder o fôlego,
Sem perder o rumo
Sem me perder
sábado, 17 de abril de 2010
Coração Pela Metade
Meu coração já não é inteiro é pela metade
Vivo de lá pra cá, perdido nesse canteiro
Se dispersou no nevoeiro numa gota de orvalho, no vento aventureiro
Pobre do meu coração que no momento derradeiro,
você partiu estradeiro e eu fiquei sem razão
Tudo igual
Vou deixar tudo no mesmo lugar, na esperança de um dia você voltar
E vai encontrar tudo igual,
A mesma lua cheia refletindo inteira ou meia em qualquer situação
Verá as estrelas cintilando até mais vezes o aroma da saudade
Até as flores exalam o perfume de lavanda e decoram de multicores a varanda
Ele cai encontrar tudo no mesmo lugar
Todas as fotografias em seus porta- retratos
O mesmo peso de papel na mesinha colocado
E ira ouvir o mesmo som que imortaliza ,com Tom tocando ao piano Luiza, dos piados dos pássaros na beirada da janela
No outono, no verão e nas batidas frementes do meu coração
Apaixonado e eloquente arrebentando de amor e paixão
Novamente amar
Novamente cartas lidas e relidas
Fotografias jogadas
A esmo procurando entender
Passando as horas na tentativa de saber o que aconteceu contigo
O que se perdeu em mim
De certo nada é impossível
E a qualquer tempo vou encontrar
Tudo que não foi possível
Tudo pra novamente amar
Fotografias jogadas
A esmo procurando entender
Passando as horas na tentativa de saber o que aconteceu contigo
O que se perdeu em mim
De certo nada é impossível
E a qualquer tempo vou encontrar
Tudo que não foi possível
Tudo pra novamente amar
Forte e inseguro
Sim é no silêncio da noite,
que as corujas cantam
que todos os sons se aglutinam
E consigo ainda assim ouvir o coração descompassado
É no vazio da alma que se sente a brisa noturna
O aroma de maresia
Entrando pelos poros na varanda escondida
Sim é no clarão da lua,
Que o amor se espreita
Esconde suas armadilhas
De colmeias adocicadas
De uivos das matilhas
É na dança das horas
Na mistura dos fusos
Na mescla de tudo
Deixando o corpo forte e inseguro
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Boa Noite,Bom Dia
vHoje me vejo tão diferente do que um dia
Pensei Ter sido
Sou um violão plangente
Sou um dó sustenido
Que se senta lá nas vagas do tempo que se despersa na ventania
E das mãos só escorre poesia
Agora se faz tarde amanhã levanto cedo
Boa noite agora até amanhã e Bom dia!
Pensei Ter sido
Sou um violão plangente
Sou um dó sustenido
Que se senta lá nas vagas do tempo que se despersa na ventania
E das mãos só escorre poesia
Em cada verso um segredo
Que continuo guardando nas entrelinhas
Agora se faz tarde amanhã levanto cedo
Boa noite agora até amanhã e Bom dia!
Oração para as Solteiras
Santo Antônio me dê um namorado
Carinhoso , fiel sem ser casado
Que celebre cada data importante
E me atenda antes, depois e durante
São Valentim, ser rico não carece
Mas pobretão ninguém merece
Que não associe férias com anzol
E deteste jogo de futebol
Santo Expedito tudo é possível
Que seja forte meigo sem ser gay
Que casar lhe seja algo factível
Que nunca diga : “Eu te avisei’
São Longuinho quem te procura acha
Não permita que ele fale: menas
Ou tenha as unhas sujas de graxa
Se beber, que seja uma dose apenas
São João, paciência é essencial
Que ele adore minha mãe por favor
Na cama amante profissional
A TPM, trate com amor
Meu Pai do Céu Permita que eu peque
Faça com que a fonte nunca seque
Livrai-me, pai de crises passionais
Amém
Será que eu pedi demais ?
Carinhoso , fiel sem ser casado
Que celebre cada data importante
E me atenda antes, depois e durante
São Valentim, ser rico não carece
Mas pobretão ninguém merece
Que não associe férias com anzol
E deteste jogo de futebol
Santo Expedito tudo é possível
Que seja forte meigo sem ser gay
Que casar lhe seja algo factível
Que nunca diga : “Eu te avisei’
São Longuinho quem te procura acha
Não permita que ele fale: menas
Ou tenha as unhas sujas de graxa
Se beber, que seja uma dose apenas
São João, paciência é essencial
Que ele adore minha mãe por favor
Na cama amante profissional
A TPM, trate com amor
Meu Pai do Céu Permita que eu peque
Faça com que a fonte nunca seque
Livrai-me, pai de crises passionais
Amém
Será que eu pedi demais ?
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Presa no ônibus
O dia em que o Rio de Janeiro parou.
Não sabia que depois de pegar o ônibus embaixo de muita chuva e sob um rio de lama, o tormento ainda estava pra acontecer!
Pensava em descer na estação do Metro , mas quem disse que consegui descer. A água já tinha chegado na estação cobrindo os primeiros degraus.
Resolvi então seguir viagem de ônibus mesmo embora soubesse que passava em áreas complicadas, escuros e principalmente alagados. Graças a experiência do motorista conseguimos passar com muita dificuldade, era muita chuva o trânsito estava tb um caos. Conseguimos chegar na Av: Maracanã entrando em direção a São Francisco Xavier...Ai ficamos parados sem saber o motivo...Passava que poderia ser algum acidente ou carros enguiçados .Ai ficamos quase duas horas parados, já eram 21horas ,os alunos da UERJ já estavam saindo das aulas. Éramos em 4 mais o motorista. Uma das passageiras resolveu seguir a pé, descendo do coletivo acabou levando uma queda. Víamos as pessoa caminhando descalços com as calças molhadas na altura do joelho e chegamos a conclusão que o Rio Maracanã tinha transbordado.
Sem Ter mas nada o que fazer, alem de rezar e atender celular com os parente pedido notícias, começamos a conversar entre si na tentativa da hora e o nervoso passar. A sorte que queríamos todos para o mesmo lugar.
Nisso sobe mais uma passageira (Rose) que tentou passar de taxi ,porem sem sucesso, resolver continuar de ônibus.
Parecia que algo mais grave tinha acontecido, porem ao chegar mais adiante podemos perceber que tudo estava mesmo alagado , água por todos os lados , e onde não havia alagamento o trânsito era o causador do tormento. Nesse momento mais um senhor entrou no coletivo (Seu João) que seguiu viagem conosco.
Conseguimos chegar até o Largo da Segunda-feira por volta das 2 horas da madrugada de Terça-feira
Nesse ponto a água estava na altura do joelho de quem se aventurava a seguir viagem a pé e nesse mesmo lugar sem ainda saber iria passar a noite.
A fome e sede começou a bater forte e o jeito era pedir a um Bar se poderia trazer algo até o ônibus. Um dos funcionários gentilmente nos serviu de refrigerante e biscoito .O medo e receio de adentrar a água suja era grande , mesmo porque um rapaz já tinha levado um choque o que nos causou um grande susto pois acreditávamos que ele teria sofrido uma crise epiléptica .
Na verdade foi um choque no entanto os porteiros de prédios vizinhos conseguiu resgata-lo.
E assim a madrugada foi avançando , e para passar o tempo já que não conseguíamos dormir conversávamos , trocamos telefones .... tentávamos orientar as pessoas que andavam pelas águas a não passar perto da área onde o rapaz tinha se acidentado. Ali presenciamos tantas coisas, dois rapazes passaram de bote nos filmando e registrando tudo que viam pela frente.
O dia clareou .porem a água não baixava ,pois a chuva dava uma trégua mas quando caia vinha muito forte.
Ainda ficamos mais uma hora nesse ponto, era carros na contra mão coletivos fora do seu itinerário , pessoas sem rumo completamente desorientadas.... um terror de verdade. Depois de muito sufoco, fome sono cansaço , e de passar quase 14 horas chegamos no nosso destino
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Madrugada
Cheiro da madrugada
Que se despede desse dia
Nas orvalhadas que caem
Madrigais, Sinfonia
Passarinhos se espreguiçam em seus ninhos
Anunciando o nascer de uma nova esperança
A brisa fresca da manhã
O perfume de uma flor
O sol desponta no horizonte
Em meu peito nasce o amor
Esse êxtase estonteante
Destilando em mim fantasias
Segue a manhã adiante
Segue tu em meu corpo...poesia
Que se despede desse dia
Nas orvalhadas que caem
Madrigais, Sinfonia
Passarinhos se espreguiçam em seus ninhos
Anunciando o nascer de uma nova esperança
A brisa fresca da manhã
O perfume de uma flor
O sol desponta no horizonte
Em meu peito nasce o amor
Esse êxtase estonteante
Destilando em mim fantasias
Segue a manhã adiante
Segue tu em meu corpo...poesia
Agua Fria
Água fria que escoa da pedra altaneira
Molho meus pés, mergulho acariciando com as mãos
Deitando aqui na beira vejo meu rosto reflexo tão límpido
Escuto um bem-te-vi a cantar
Aqui ele é livre
Nada é proibido
Água fria da cascata que desemboca aqui no rio tão sereno
Bom é ouvir o som das águas dispersando pelo oceano
Água fria numa manhã sem sol
Sem mágoas sem tristezas
Observo tanta beleza
Continuo aqui sentada
Nessa fantasia abstrata...correnteza
Molho meus pés, mergulho acariciando com as mãos
Deitando aqui na beira vejo meu rosto reflexo tão límpido
Escuto um bem-te-vi a cantar
Aqui ele é livre
Nada é proibido
Água fria da cascata que desemboca aqui no rio tão sereno
Bom é ouvir o som das águas dispersando pelo oceano
Água fria numa manhã sem sol
Sem mágoas sem tristezas
Observo tanta beleza
Continuo aqui sentada
Nessa fantasia abstrata...correnteza
Quaresmeiras!
Quaresmeiras imponentes
Nos quintais dos velhos casarões
Nas ruas nas esquinas nas varandas
Nas vielas coloridas de Mariana
Recosto meu corpo em sua sombra
Repouso o meu cansaço
Confidente da ausência dos abraços
Olhando assim tão frondosa
Encontro minha Paz
Nas suas flores roxo tão claro
Um tom de saudade de cor lilás
Quaresmeiras da porta da igreja
Nas praças por toda parte é companhia
És enfeite das almas saudosas
É prosa ,eu poesia
Nos quintais dos velhos casarões
Nas ruas nas esquinas nas varandas
Nas vielas coloridas de Mariana
Recosto meu corpo em sua sombra
Repouso o meu cansaço
Confidente da ausência dos abraços
Olhando assim tão frondosa
Encontro minha Paz
Nas suas flores roxo tão claro
Um tom de saudade de cor lilás
Quaresmeiras da porta da igreja
Nas praças por toda parte é companhia
És enfeite das almas saudosas
É prosa ,eu poesia
Insônia
Quando a insônia toma conta velando a noite inteira
Ouço as folhas estremecendo entre a flor de laranjeira
No aroma que dela exala das pequeninas flores e das rosas penetrando na alma
Deixando a sama perfumada
Sem meu sono sem meu nada
Tendo a som da madrugada
Cai uma lágrima orvalhada, eu aqui ainda deitada
A escuridão se evapora, dando lugar a alvidez da manhã
Embora em meu peito ainda seja noite ,carrego-te comigo como talismã, que sorte ainda não me propicia,mas como adorno não arranquei.
Sinto a brisa cortante e fria de um a sonho que sonhei
Ouço as folhas estremecendo entre a flor de laranjeira
No aroma que dela exala das pequeninas flores e das rosas penetrando na alma
Deixando a sama perfumada
Sem meu sono sem meu nada
Tendo a som da madrugada
Cai uma lágrima orvalhada, eu aqui ainda deitada
A escuridão se evapora, dando lugar a alvidez da manhã
Embora em meu peito ainda seja noite ,carrego-te comigo como talismã, que sorte ainda não me propicia,mas como adorno não arranquei.
Sinto a brisa cortante e fria de um a sonho que sonhei
Ventania
Não ouvi a ventania
Nem vi o clarão da Lua que
Batiam na porta dos fundos
Ventania languida, luar que ilumina
Veio com o calor , ardente tentação
Veio com o frio , água de grotão
Me dê ajuda , quero tua mão
Me dê conforto, quero teu colo
Não ouvi as batidas da ventania
Veio como fantasia , pela vida a nascer
Veio como esperança , de um amor a crescer
Me dê o silêncio, o vento parou extenuado
Não abri a porta por medo, mas pela fresta entrou inundando meus desenganos
E eu fiquei prostrada nesse amor insano
Nem vi o clarão da Lua que
Batiam na porta dos fundos
Ventania languida, luar que ilumina
Veio com o calor , ardente tentação
Veio com o frio , água de grotão
Me dê ajuda , quero tua mão
Me dê conforto, quero teu colo
Não ouvi as batidas da ventania
Veio como fantasia , pela vida a nascer
Veio como esperança , de um amor a crescer
Me dê o silêncio, o vento parou extenuado
Não abri a porta por medo, mas pela fresta entrou inundando meus desenganos
E eu fiquei prostrada nesse amor insano
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Frase de Tom Jobim!
Quando uma arvore é cortada
ela renasce em outro lugar
Quando eu morrer quero ir pra esse lugar onde as arvores vivem em Paz!
ela renasce em outro lugar
Quando eu morrer quero ir pra esse lugar onde as arvores vivem em Paz!
Lugar nosso!
Se todos pudessem sentir a magia que tem esse lugar; teu retiro meu paraíso
Se todos pudesse Ter o privilégio de Ter aqui essa noite de luar
Sentir o aroma da terra molhada
Mesclando com a brisa que embriaga
Se todos pudesse absorver dessa serenidade da suavidade na dança
Dos girassóis plantados em março
E ve-los crescidos e ao acordar olhar pela janela e vê o ipê roxo florido
Certamente você diria
Se todos pudesse Ter esse pedacinho de mundo, não seria apenas nosso, mas como não sou dona de nada....adoraria que todos pudesse Ter um pedacinho do Paraíso
Se todos pudesse Ter o privilégio de Ter aqui essa noite de luar
Sentir o aroma da terra molhada
Mesclando com a brisa que embriaga
Se todos pudesse absorver dessa serenidade da suavidade na dança
Dos girassóis plantados em março
E ve-los crescidos e ao acordar olhar pela janela e vê o ipê roxo florido
Certamente você diria
Se todos pudesse Ter esse pedacinho de mundo, não seria apenas nosso, mas como não sou dona de nada....adoraria que todos pudesse Ter um pedacinho do Paraíso
Alvorada do RIo Paraná
Ele espera o amanhecer da janela
Vendo a alvorada no Rio Paraná
A cidade toda dorme silente
Tanta gente, tanta gente...
E ela onde está?
Ele fica quieto pensativo
O sol vai nascendo ,o dia chegando
Ele pensa :quando ela vai chegar?
Será que vem por terra ou talvez pelo ar
Numa estrela viajante o quem sabe pelas águas a navegar?
Ali ele fica a contemplar
Esperando mais um amanhecer da janela
Vendo a alvorada no Rio Paraná
A saudade dilacera e ele mesmo não aceitando amando quem esta tão longe
Não é santo nem monge
Mesmo assim de lá queria escapar
Porem lá no fundo sempre espera no Rio Paraná
Vendo a alvorada no Rio Paraná
A cidade toda dorme silente
Tanta gente, tanta gente...
E ela onde está?
Ele fica quieto pensativo
O sol vai nascendo ,o dia chegando
Ele pensa :quando ela vai chegar?
Será que vem por terra ou talvez pelo ar
Numa estrela viajante o quem sabe pelas águas a navegar?
Ali ele fica a contemplar
Esperando mais um amanhecer da janela
Vendo a alvorada no Rio Paraná
A saudade dilacera e ele mesmo não aceitando amando quem esta tão longe
Não é santo nem monge
Mesmo assim de lá queria escapar
Porem lá no fundo sempre espera no Rio Paraná
Testamento!
Deixo pra ti todos os dias e noites de insônia que passei driblando
A solidão, o aroma da primavera mesclado ,as borboletas apressadas ,as pétalas caídas na cama ainda perfumada
Deixo pra ti o som ensurdecedor da madrugada a brisa suave que minha lágrimas já secaram e a marola que trazia recordações
Deixo pra ti o inverno cortante, todos os livros da estante, alguns lidos mais que uma vez .Deixo o outono mais cinzento e marcante e aquele banco de praça tambem!
Deixo pra ti , todas as minhas fotografias, todas as nossas cartas escritas lidas relidas
Deixo todos os lugares que sonhei um dia conhecer e outros tantos que conheci sem você, todas as frases que imaginei em dizer umas escrevi outras apenas preferi absorver
Deixei pra ti minha louca alegria de estar em tua companhia e aquela doce melodia que Tom no piano tocava
Deixei pra ti todas as poesias, milhares delas escritas pra você, alguns pensamentos poemas e rascunhos
Deixei então esse testamento essa despedida que talvez um dia te sirva de alento, deixei meu coração porque ele virou terra que ninguem pode entrar
Enfim deixei tudo pra ti então cuide bem de tudo que ainda sobrou de mim!
A solidão, o aroma da primavera mesclado ,as borboletas apressadas ,as pétalas caídas na cama ainda perfumada
Deixo pra ti o som ensurdecedor da madrugada a brisa suave que minha lágrimas já secaram e a marola que trazia recordações
Deixo pra ti o inverno cortante, todos os livros da estante, alguns lidos mais que uma vez .Deixo o outono mais cinzento e marcante e aquele banco de praça tambem!
Deixo pra ti , todas as minhas fotografias, todas as nossas cartas escritas lidas relidas
Deixo todos os lugares que sonhei um dia conhecer e outros tantos que conheci sem você, todas as frases que imaginei em dizer umas escrevi outras apenas preferi absorver
Deixei pra ti minha louca alegria de estar em tua companhia e aquela doce melodia que Tom no piano tocava
Deixei pra ti todas as poesias, milhares delas escritas pra você, alguns pensamentos poemas e rascunhos
Deixei então esse testamento essa despedida que talvez um dia te sirva de alento, deixei meu coração porque ele virou terra que ninguem pode entrar
Enfim deixei tudo pra ti então cuide bem de tudo que ainda sobrou de mim!
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Apenas uma ligação
Ele ligou apenas pra que eu pudesse ouvir a canção
Onde Gil diz:”Só chamei porque te amo e é grande a paixão
Assim sem motivos, sem razão
Apenas porque a saudade é grande
Deixa ele bobo e aperta o coração
Onde Gil diz:”Só chamei porque te amo e é grande a paixão
Assim sem motivos, sem razão
Apenas porque a saudade é grande
Deixa ele bobo e aperta o coração
Pensamentos
Me perdoe se da cor dos teus olhos esqueci
Porem ainda me lembro do brilho intenso que jamais vi
Ele diz o que pensa
Que essa dor não compensa
Porem se essa dor me matar, que seja por amor
Morrerei de tanto amar
Amando a própria dor
Não me leve a mal
Mas eu preciso amar
Tenho que dividir extravasar na poesia esse amor
Que apenas cresce...cresce!
Sem parar!
Embora a matemática não mude de modo algum
Ainda um mais um sejam dois
Pra mim continua sendo um!
A lua que me deste ainda brilha alta
Porque vive a esperar
Não perde o viço nem a esperança
De te ver voltar
Porem ainda me lembro do brilho intenso que jamais vi
Ele diz o que pensa
Que essa dor não compensa
Porem se essa dor me matar, que seja por amor
Morrerei de tanto amar
Amando a própria dor
Não me leve a mal
Mas eu preciso amar
Tenho que dividir extravasar na poesia esse amor
Que apenas cresce...cresce!
Sem parar!
Embora a matemática não mude de modo algum
Ainda um mais um sejam dois
Pra mim continua sendo um!
A lua que me deste ainda brilha alta
Porque vive a esperar
Não perde o viço nem a esperança
De te ver voltar
O Jarrinho ll
E mais uma vez venho eu falar daquele jarrinho de flor no centro da mesa
Estava tão bonito com uma rosa vermelha e lágrimas de Cristo a decorar
E novammente fora posta de lado ,ou melhor ao chaõ pelas mãos de um individo
Um indiv´duo talvez ressentido ou mal amado , que sentou na mesa ao lado a reclamar da vida insistentemente
E o jarrinho que levou a culpa inocente
Estava tão bonito com uma rosa vermelha e lágrimas de Cristo a decorar
E novammente fora posta de lado ,ou melhor ao chaõ pelas mãos de um individo
Um indiv´duo talvez ressentido ou mal amado , que sentou na mesa ao lado a reclamar da vida insistentemente
E o jarrinho que levou a culpa inocente
Sofia!
Sofia vivia na ponta do telhado durante todo dia
Passando pra lá e pra cá
E quando a tarde chegava, voava Sofia pra junto de outras sofias!
E pra quem não sabe quem é Sofia, esse era o nome dado pela minha filha a qualquer pomba branca que via
Coisa de criança pequena
Coisa de mãe coruja
Que acaba virando poema
Passando pra lá e pra cá
E quando a tarde chegava, voava Sofia pra junto de outras sofias!
E pra quem não sabe quem é Sofia, esse era o nome dado pela minha filha a qualquer pomba branca que via
Coisa de criança pequena
Coisa de mãe coruja
Que acaba virando poema
O poeta e o óculos roubado!
Era Dezembro
Véspera de Natal na cidade
E pela oitava vez roubaram o óculos de Carlos Drummond de Andrade
O que diria o poeta diante de tal crueldade e covardia?
Talvez escrevesse um artigo ou uma poesia
E se ainda acreditasse em Papai Noel pediria um óculos de papel
Porem papel se desmancharia com a chuva é fato
Quem sabe uma lente de contato?
Véspera de Natal na cidade
E pela oitava vez roubaram o óculos de Carlos Drummond de Andrade
O que diria o poeta diante de tal crueldade e covardia?
Talvez escrevesse um artigo ou uma poesia
E se ainda acreditasse em Papai Noel pediria um óculos de papel
Porem papel se desmancharia com a chuva é fato
Quem sabe uma lente de contato?
Amargura
A dor que trago em mim
M artílio que maltrata e me deixa sem rumo
A goniza sem fim
R etirando –me do prumo
G erando lágrimas lá no fundo
U ma a uma caem do coração
R egando meu mundo
A minha vida sem razão
LAgoinha do Leste
La que eu queria estar
A li onde o céu beija o mar
G arimpando espumas
O nde o sol sempre brindar
I lusões de bruma
N ascendo a noite junto com luar
H umanizando meu querer
A ssim eu queria ficar
D entro desse lugar
O nde tudo é possivel
L este ou norte
E contando com a sorte
S aber que é plausivel
Te-lo mais uma vez comigo
E apenas desfrutar
A li onde o céu beija o mar
G arimpando espumas
O nde o sol sempre brindar
I lusões de bruma
N ascendo a noite junto com luar
H umanizando meu querer
A ssim eu queria ficar
D entro desse lugar
O nde tudo é possivel
L este ou norte
E contando com a sorte
S aber que é plausivel
Te-lo mais uma vez comigo
E apenas desfrutar
Mês de Janeiro!
M ilhões de frases e cartas escreveria
E naltecendo esse dia essa data
S audando com emoção mais 1 ano
D iante de tanta alegria
E screvi mais uma poesia
J ustamente pro seu dia
A lguns anos se passaram
N e nhum deles esqueci
E pode ter certeza quando encontrar
I sso tudo que lhe disse
R abisquei um parabéns de improviso
O teu aniversário pra mim é divino
E naltecendo esse dia essa data
S audando com emoção mais 1 ano
D iante de tanta alegria
E screvi mais uma poesia
J ustamente pro seu dia
A lguns anos se passaram
N e nhum deles esqueci
E pode ter certeza quando encontrar
I sso tudo que lhe disse
R abisquei um parabéns de improviso
O teu aniversário pra mim é divino
Um Amor para Sempre
A inda não sei se era cedo ou tarde quando encontrei
M as nosso coração não se é arrependido
O tempo de espera foi longo
R eiterando nosso desejo
P ontilhando a estrada de estrelas e sonhos
A madurecendo todos os momentos
R ecordando todos os instantes
A cada dia aumenta a saudade
S audade as vezes é ceifante
E se mescla com todos esse amor
M exe e conforta
P ra sempre e sempre viverei
R eal a toda prova
E sempre te amarei
M as nosso coração não se é arrependido
O tempo de espera foi longo
R eiterando nosso desejo
P ontilhando a estrada de estrelas e sonhos
A madurecendo todos os momentos
R ecordando todos os instantes
A cada dia aumenta a saudade
S audade as vezes é ceifante
E se mescla com todos esse amor
M exe e conforta
P ra sempre e sempre viverei
R eal a toda prova
E sempre te amarei
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Amor Perfeito
Sinto essa dor dentro do peito
Esse vazio eu me causa tanto efeito
Esse choro contido ,dorido no inteiro ou meio
Sinto essa dor por saber que meu coração está inteiro
Esses cacos espalhados no canteiro
São sementes de um amor quase perfeito
Esse vazio eu me causa tanto efeito
Esse choro contido ,dorido no inteiro ou meio
Sinto essa dor por saber que meu coração está inteiro
Esses cacos espalhados no canteiro
São sementes de um amor quase perfeito
Teu nome
Eu escrevi seu nome na areia
O mar levou como disse a canção
Porem ele continua vivo
Dentro do meu coração
O mar levou como disse a canção
Porem ele continua vivo
Dentro do meu coração
Ilha Bela
Ilha Bela –Ponta Sul
Ponta do mapa
O entardecer o mar perde o azul
E a saudade que chega ,quase me mata
Ponta do mapa
O entardecer o mar perde o azul
E a saudade que chega ,quase me mata
Fotografia!
Tive que me conformar
De lhe ver apenas na fotografia
Sei que errei por amar
Quem sabe até por covardia
Pensei em reverter essa magia que carrega de mim
Ele quer mas não consegue esquecer
Por isso sofro assim
Talvez quem sabe esteja errada
E do nosso amor nem pense mais
E meu nome nem mais fale
Mas acredito que um amor tão grande não a nada que com ele acabe
De lhe ver apenas na fotografia
Sei que errei por amar
Quem sabe até por covardia
Pensei em reverter essa magia que carrega de mim
Ele quer mas não consegue esquecer
Por isso sofro assim
Talvez quem sabe esteja errada
E do nosso amor nem pense mais
E meu nome nem mais fale
Mas acredito que um amor tão grande não a nada que com ele acabe
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Mulher confusa
Ela diz:
-Não sei o que passa comigo
Se quero ele como amante ou amigo
Não sabe o que fazer
Precisa o embaraço desfazer
Não sabe se é paixão ou desejo
Se quer um abraço ou um grande beijo
Alguns minutos juntos
Ou uma grande noite de amor
Só sabe que ele não merece
E que dele não se esquece
Isso é coisa que acontece
-Não sei o que passa comigo
Se quero ele como amante ou amigo
Não sabe o que fazer
Precisa o embaraço desfazer
Não sabe se é paixão ou desejo
Se quer um abraço ou um grande beijo
Alguns minutos juntos
Ou uma grande noite de amor
Só sabe que ele não merece
E que dele não se esquece
Isso é coisa que acontece
Demais
Corro demais, mas chego no mesmo lugar
Eu me escondi demais e te encontro na curva semm querer encontrar
Viajo demais e não vou a lugar algum
Sonho demais acordada
E acabo por dormir
Amo demais e não vou mais fugir
Já corri demais ,me escondi demais
Agora eu quero apenas PAZ
Eu me escondi demais e te encontro na curva semm querer encontrar
Viajo demais e não vou a lugar algum
Sonho demais acordada
E acabo por dormir
Amo demais e não vou mais fugir
Já corri demais ,me escondi demais
Agora eu quero apenas PAZ
Silêncio e distância
Que o silêncio não cale esse amor
E nem a distância emudeça os desejos
Que minha voz emita o som do amor
E a distância não dilua os desejos
E nem a distância emudeça os desejos
Que minha voz emita o som do amor
E a distância não dilua os desejos
Quem sou?
O que ele fez de mim?
Pareço sombra não consigo me encontrar
Me perdi no espelho desse amor,que hoje só reflete dor
O que euera ficou no passado
Agora sou o que de mim restou
Caco de vida que não se concertou
Retalho que mesmo emendado
Um espaço sobrou
Eu estava em paz
Quando você chegou
Invadiu minha emoção
Arrombou as portas da razão
Eu que estava tão tranquila
Sem procurar amor e paixão
Hoje me sobrou a poesia
Por que ele roubou também meu coração
Pareço sombra não consigo me encontrar
Me perdi no espelho desse amor,que hoje só reflete dor
O que euera ficou no passado
Agora sou o que de mim restou
Caco de vida que não se concertou
Retalho que mesmo emendado
Um espaço sobrou
Eu estava em paz
Quando você chegou
Invadiu minha emoção
Arrombou as portas da razão
Eu que estava tão tranquila
Sem procurar amor e paixão
Hoje me sobrou a poesia
Por que ele roubou também meu coração
Feliz Natal!
F loquinho de neve artificial embaçando a janela
E strela cadente trazendo boas novas no topo da arvore
L uzes piscando insistentemente
I magem num presépio na varanda
Z iguezagueando festões, bolinhas e guirlandas
N essa noite festiva
A mor e felicidade a todos de coração eu desejo
T raga Jesus paz e harmonia
A legrando o famoso dia
L adeando e saldando a todos com abraços e beijos
E strela cadente trazendo boas novas no topo da arvore
L uzes piscando insistentemente
I magem num presépio na varanda
Z iguezagueando festões, bolinhas e guirlandas
N essa noite festiva
A mor e felicidade a todos de coração eu desejo
T raga Jesus paz e harmonia
A legrando o famoso dia
L adeando e saldando a todos com abraços e beijos
Dia frio,chuvoso e nublado
Uum dia frio mudo e calado
Sem nada querer fazer
Talvez ler um livro ou rasgar velhos papeis amarelados
Todas as cartas que escrevi pra você
Mas um dia frio apenas eu queria passar
Contigo ao meu lado
Não é assim tão cpmplicado
È só a alma se encorajar
Um dia chuvoso
Aquele aroma gostoso
De terra molhada
A chuva na janela batendo
AS lágrimas indefesas correndo
A alma dorida ainda apaixonada
Saudade desse dia chuvoso
Onde caminhar de mãos dadas e correrndo pela chuva
Era a felicidade mesmo não dando em nada
Um dia nublado
Assim como nublado meu coração
O horizonte escondido o amor proibido
Gritando por amar
Ah esse dia nublado que está no presente
mas eu queria ele no passado
Nos escondendo do mundo e da gente
Sem nada querer fazer
Talvez ler um livro ou rasgar velhos papeis amarelados
Todas as cartas que escrevi pra você
Mas um dia frio apenas eu queria passar
Contigo ao meu lado
Não é assim tão cpmplicado
È só a alma se encorajar
Um dia chuvoso
Aquele aroma gostoso
De terra molhada
A chuva na janela batendo
AS lágrimas indefesas correndo
A alma dorida ainda apaixonada
Saudade desse dia chuvoso
Onde caminhar de mãos dadas e correrndo pela chuva
Era a felicidade mesmo não dando em nada
Um dia nublado
Assim como nublado meu coração
O horizonte escondido o amor proibido
Gritando por amar
Ah esse dia nublado que está no presente
mas eu queria ele no passado
Nos escondendo do mundo e da gente
Ele é bom demais
Ele Não merece
Ele é bom demais
Mas ela sempre fica fugindo
Tirando a sua Paz
Ele merece uma pessoa diferente
Ele precisa entender
Ela tão inconseqüente
Ainda tem muito que aprender
Ele é bom demais
Mas ela sempre fica fugindo
Tirando a sua Paz
Ele merece uma pessoa diferente
Ele precisa entender
Ela tão inconseqüente
Ainda tem muito que aprender
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Saudação
Onde você estiver
Te desejo um bom dia
Que ele seja tranquilo e leve
Suave como a brisa
onde você estiver te desejo
Uma tarde de alegria mesmo com tantos afazeres
Mesmo com toda correria
Quero que aproveite com toda maestria
onde você estiver
Te desejo uma noite tranquila e muito mais
Que teu corpo encontre descanço e conforto
E que durma simplesmente em PAZ
Te desejo um bom dia
Que ele seja tranquilo e leve
Suave como a brisa
onde você estiver te desejo
Uma tarde de alegria mesmo com tantos afazeres
Mesmo com toda correria
Quero que aproveite com toda maestria
onde você estiver
Te desejo uma noite tranquila e muito mais
Que teu corpo encontre descanço e conforto
E que durma simplesmente em PAZ
Um Amor Não Pode acabar
Tive que me conformar
De lhe ver apenas em fotografia
Sei que um dia errei por amar
Talvez por pura covardia
Pensei que pudesse reverte essa mágoa que carrega de mim
E eu não consigo esquecer por isso sofro assim
Pode até ser que eu esteja enganada
E em nosso amor nem pensse mais
E de mim nem queira ouvir falar
Mas um amor tão grande
Por nada pode se acabar
De lhe ver apenas em fotografia
Sei que um dia errei por amar
Talvez por pura covardia
Pensei que pudesse reverte essa mágoa que carrega de mim
E eu não consigo esquecer por isso sofro assim
Pode até ser que eu esteja enganada
E em nosso amor nem pensse mais
E de mim nem queira ouvir falar
Mas um amor tão grande
Por nada pode se acabar
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Eu sei que um dia
Teus olhos encontraram a minha poesia
Ela estampada num livro na estante de alguém
Até mesmo jogada a desdém
Talvez numa livraria
Então tu veras em cada pagina a desfolhar todo meu sentimento que um dia
Se pôs a duvidar ,veras a magia que vivemos as lágrimas as alegrias...um amor nascendo
Amor que causou tanto sofrimento por desacreditar
Mas te contradizendo minha poesia esta lá é só ler
E só assim talvez percebas
Que por mais que eu escreva ,não posso te esquecer
Teus olhos encontraram a minha poesia
Ela estampada num livro na estante de alguém
Até mesmo jogada a desdém
Talvez numa livraria
Então tu veras em cada pagina a desfolhar todo meu sentimento que um dia
Se pôs a duvidar ,veras a magia que vivemos as lágrimas as alegrias...um amor nascendo
Amor que causou tanto sofrimento por desacreditar
Mas te contradizendo minha poesia esta lá é só ler
E só assim talvez percebas
Que por mais que eu escreva ,não posso te esquecer
Você
A tristeza morava em teus olhos
E agora em minh”alma se instalou
O sonho que tu sonhavas se fez viajante
E pras bandas de cá viajou
O devaneio que almejava era constante e agora do meu pensamento se apoderou
Tua fome de vida que não passava
Que matar um diz quis e não conseguiu
Hoje em mim é fome dobrada hoje em meu corpo surgiu
Teu segredo mais profundo
De tão fundo me atingiu sem aprovação
Se espalhou em meu mundo se esconde
Teu amor,ah! Esse amor desesperado
Que buscava um caminho
Nessa estrada encontrou
O meu peito como atalho como ninho
Tua tristeza,os teus sonhos
Tua fome teu segredo de amor
Como poesia é recebida
Isso hoje tem um nome que gravaste em minha vida
E agora em minh”alma se instalou
O sonho que tu sonhavas se fez viajante
E pras bandas de cá viajou
O devaneio que almejava era constante e agora do meu pensamento se apoderou
Tua fome de vida que não passava
Que matar um diz quis e não conseguiu
Hoje em mim é fome dobrada hoje em meu corpo surgiu
Teu segredo mais profundo
De tão fundo me atingiu sem aprovação
Se espalhou em meu mundo se esconde
Teu amor,ah! Esse amor desesperado
Que buscava um caminho
Nessa estrada encontrou
O meu peito como atalho como ninho
Tua tristeza,os teus sonhos
Tua fome teu segredo de amor
Como poesia é recebida
Isso hoje tem um nome que gravaste em minha vida
Estrela Saltitante
Eu vi uma estrela saltitando
Lá no meio da rua surgindo
Pulando de poça em poça
Pela chuva que mais cedo caiu
Eu ali na janela sozinha
Noite alta ,perfume de primavera
E a estrelinha saltitando
Que alegria era aquela?
Uma alegria que a fazia brincar
Alegria tamanha que a fez do céu despencar
Então fui atrás dela
Ela pulava e escorregava , pelos corrimões
Ora pulava os degraus
Mas uma coisa eu não sabia
Que aquela estrela um segredo escondia
Não era uma estrela qualquer
Era uma estrela encomendada por tua alma apaixonada
Que a ela deu o brilho do olhar
Esse meu amor que estava longe demais
E sabendo da minha saudade
Emprestou seu brilho a uma estrela pra ela me trazer PAZ
Lá no meio da rua surgindo
Pulando de poça em poça
Pela chuva que mais cedo caiu
Eu ali na janela sozinha
Noite alta ,perfume de primavera
E a estrelinha saltitando
Que alegria era aquela?
Uma alegria que a fazia brincar
Alegria tamanha que a fez do céu despencar
Então fui atrás dela
Ela pulava e escorregava , pelos corrimões
Ora pulava os degraus
Mas uma coisa eu não sabia
Que aquela estrela um segredo escondia
Não era uma estrela qualquer
Era uma estrela encomendada por tua alma apaixonada
Que a ela deu o brilho do olhar
Esse meu amor que estava longe demais
E sabendo da minha saudade
Emprestou seu brilho a uma estrela pra ela me trazer PAZ
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Lua
A lua estava lá
Tão brilhante
Tão repleta de si de luz de paz
Eu não me contive e aquiz pra mim
E ela estava logo ali
Tão plena
Estática
Que quase pude alcança-la
E em meus braços abraça-la
Ela estava ali
Tão pudica
Tão lúdica...única
A lua cheia
Em suas fases e faces
Enfeitando as frases e versos dos poetas
Iluminando A face dos apaixonados
Enfeitando minha noite no céu descortinado
Tão brilhante
Tão repleta de si de luz de paz
Eu não me contive e aquiz pra mim
E ela estava logo ali
Tão plena
Estática
Que quase pude alcança-la
E em meus braços abraça-la
Ela estava ali
Tão pudica
Tão lúdica...única
A lua cheia
Em suas fases e faces
Enfeitando as frases e versos dos poetas
Iluminando A face dos apaixonados
Enfeitando minha noite no céu descortinado
Amor diferente
Eu quero esse teu amor mais tranquilo
Sem tantos atropelos
sem pressa sem desespero
Não quero mais a lágrima triste nascendo
Quero o choro de um amor nascendo
Quero poder caminhar
Ao teu lado, tanto no deserto
como num lugar movimentado
Num dia chuvoso ou ensolarado
Sem medo sem pressa
Sem Ter hora nem onde chegar
Eu quero esse teu amor mais paciente
Sem nada a esperar, sem nada a pagar
Quero Ter a certeza do teu sorriso
Tão puro tão menino
Que nada pode apagar
Quero sim o sobressalto da paixão
Aquele calor gostoso no coração
Sem interferências sem quedas
Sentir o ao cheiro do teu perfume
Mesclado ao aroma da primavera
E saber que no final de tudo mais amor nos espera
Sem tantos atropelos
sem pressa sem desespero
Não quero mais a lágrima triste nascendo
Quero o choro de um amor nascendo
Quero poder caminhar
Ao teu lado, tanto no deserto
como num lugar movimentado
Num dia chuvoso ou ensolarado
Sem medo sem pressa
Sem Ter hora nem onde chegar
Eu quero esse teu amor mais paciente
Sem nada a esperar, sem nada a pagar
Quero Ter a certeza do teu sorriso
Tão puro tão menino
Que nada pode apagar
Quero sim o sobressalto da paixão
Aquele calor gostoso no coração
Sem interferências sem quedas
Sentir o ao cheiro do teu perfume
Mesclado ao aroma da primavera
E saber que no final de tudo mais amor nos espera
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Estações
Broto e exalo meu aroma em cada primavera
Brilho aquecendo as sensações no verão
Refrigero minha alma no inverno
Me despedaço inteira no Outono... recomeço
Brilho aquecendo as sensações no verão
Refrigero minha alma no inverno
Me despedaço inteira no Outono... recomeço
Há uma voz!
Há uma voz dentro de mim
Ora amiga ora acusadora
Já pedi mil vezes pra ela parar
Mas tb ela é desafiadora
Há uma voz dentro de mim
Que não me deixa esquecer
Que não me deixa falar
Que me deixa maluca
Mas que também as vezes me escuta
Quando ninguém pode me escutar
Ora amiga ora acusadora
Já pedi mil vezes pra ela parar
Mas tb ela é desafiadora
Há uma voz dentro de mim
Que não me deixa esquecer
Que não me deixa falar
Que me deixa maluca
Mas que também as vezes me escuta
Quando ninguém pode me escutar
Pensando
Ninguém quer um amor inventado
Uma verdade escondida
Nem a lágrima caída
Será que um dia isso muda?
Uma verdade escondida
Nem a lágrima caída
Será que um dia isso muda?
Pensamento!
Clarice disse que há uma vida a ser intensamente vivida!
Eu digo:
Há uma voz pra a ser profundamente ouvida
Há um olhar pra ser delicadamente desvendado
Há uma face que precisa loucamente de carinho
Há uma frase pra ser urgentemente dita
Há um coração pra ser intensamente amado
Eu digo:
Há uma voz pra a ser profundamente ouvida
Há um olhar pra ser delicadamente desvendado
Há uma face que precisa loucamente de carinho
Há uma frase pra ser urgentemente dita
Há um coração pra ser intensamente amado
Clarice Lispector
É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar. Olhei pra você fixamente por instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão poerfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Apagão
Depois de passar horas num trânsito de caos, sinais apagados
Buzinas tocando, barulho de freadas
Finalmente se chega em casa ou pelo menos na portaria
Ai começa mais uma etapa dessa via crucies, morar na cobertura
Quem ficou em casa aparentemente ficou ilhado dentro de uma apartamento cercado de escuridão por todos os lados
E eu aqui na portaria tentando pegar coragem pra subir, preparando o fôlego pra encarar 10 andares.
O porteiro já tinha um estoque de velas pra oferecer a quem se aventurasse. Vamos lá a subida parecia mais uma procissão, estranho é que moro a tanto tempo nesse prédio e nunca tinha feito um tour pelas escadas, mas a procissão seguia a luz de velas
Ufa! finalmente cheguei ao meu destino, toda suada, com caibra na batata da perna ,a vela acaba e agora é uma luta pra achar o buraco da fechadura, mas acabei encontrando.
Abro a porta acabo tropeçando no tapete , piso no cachorro ,dá vontade de falar uma palavrão daqueles...e falo, mas só depois de chutar a mesinha. Lembro que tenho uma lanterna na bolsa , só agora que lembro parece que no escuro a gente pensa menos. Bom agora é tentar lembrar em que gaveta coloquei aquele pacote de velas que a empregada comprou semana passada...bendita empregada. Ela sabe que aqui no Rio quando chove sempre há queda de energia
Bom, achado as velas, o jeito agora é ligar o rádio do celular pra saber das notícias antes que acabe a bateria e desligar todas as tomadas...vá que volte a luz e queime minhas coisas.
O calor é intenso o jeito é tomar um banho a luz de velas, ai eu lembro :Será que ficou alguém preso no elevador?
Alguém que sofra de claustrofobia ,sindrome do pânico...deve ser horrível e eu aqui reclamando do calor, da topada na mesinha.
Na rádio o locutor diz que até tem um toque poético o apagão...só se for pra ele, ele diz que a muito tempo não via um vaga-lume e só assim ele viu...porque ele não vai pro interior lá deve Ter um enxame de vaga-lumes , melhor que o zum-zum-zum dos mosquitos sugando meu sangue.
O jeito é parar de reclamar e passar repelente , e nisso já se vão 3 horas , dormir nem pensar ,com esse calor fica difícil .O jeito é pensar na vida, já que os telefones estão mudos tb ,não dá nem pra fazer uma fofoca.
Ai a gente chega a conclusão que o progresso nos facilita muito a vida , porem até hoje ainda se discute o real motivo desse apagão.
Depois de 4 horas no vazio e na escuridão absoluta, chega a luz>Agora é hora de comer alguma coisa , escovar os dentes e tentar dormir. Sem esquecer de rezar pedindo a Deus pra que amanhã não tenha outro apagão
Buzinas tocando, barulho de freadas
Finalmente se chega em casa ou pelo menos na portaria
Ai começa mais uma etapa dessa via crucies, morar na cobertura
Quem ficou em casa aparentemente ficou ilhado dentro de uma apartamento cercado de escuridão por todos os lados
E eu aqui na portaria tentando pegar coragem pra subir, preparando o fôlego pra encarar 10 andares.
O porteiro já tinha um estoque de velas pra oferecer a quem se aventurasse. Vamos lá a subida parecia mais uma procissão, estranho é que moro a tanto tempo nesse prédio e nunca tinha feito um tour pelas escadas, mas a procissão seguia a luz de velas
Ufa! finalmente cheguei ao meu destino, toda suada, com caibra na batata da perna ,a vela acaba e agora é uma luta pra achar o buraco da fechadura, mas acabei encontrando.
Abro a porta acabo tropeçando no tapete , piso no cachorro ,dá vontade de falar uma palavrão daqueles...e falo, mas só depois de chutar a mesinha. Lembro que tenho uma lanterna na bolsa , só agora que lembro parece que no escuro a gente pensa menos. Bom agora é tentar lembrar em que gaveta coloquei aquele pacote de velas que a empregada comprou semana passada...bendita empregada. Ela sabe que aqui no Rio quando chove sempre há queda de energia
Bom, achado as velas, o jeito agora é ligar o rádio do celular pra saber das notícias antes que acabe a bateria e desligar todas as tomadas...vá que volte a luz e queime minhas coisas.
O calor é intenso o jeito é tomar um banho a luz de velas, ai eu lembro :Será que ficou alguém preso no elevador?
Alguém que sofra de claustrofobia ,sindrome do pânico...deve ser horrível e eu aqui reclamando do calor, da topada na mesinha.
Na rádio o locutor diz que até tem um toque poético o apagão...só se for pra ele, ele diz que a muito tempo não via um vaga-lume e só assim ele viu...porque ele não vai pro interior lá deve Ter um enxame de vaga-lumes , melhor que o zum-zum-zum dos mosquitos sugando meu sangue.
O jeito é parar de reclamar e passar repelente , e nisso já se vão 3 horas , dormir nem pensar ,com esse calor fica difícil .O jeito é pensar na vida, já que os telefones estão mudos tb ,não dá nem pra fazer uma fofoca.
Ai a gente chega a conclusão que o progresso nos facilita muito a vida , porem até hoje ainda se discute o real motivo desse apagão.
Depois de 4 horas no vazio e na escuridão absoluta, chega a luz>Agora é hora de comer alguma coisa , escovar os dentes e tentar dormir. Sem esquecer de rezar pedindo a Deus pra que amanhã não tenha outro apagão
domingo, 15 de novembro de 2009
Sliêncio
Se o silêncio é mudo, porque só nele que eu te escuto?
Se o silêncio é escuro,porque só se nele eu posso te ver?
Se o silêncio é abstrato ,incerto
Porque só nele te sinto aqui tão perto?
Se o silêncio é escuro,porque só se nele eu posso te ver?
Se o silêncio é abstrato ,incerto
Porque só nele te sinto aqui tão perto?
Amor Novamente
Quero sentir no fundo da alma
Eu preciso sentir esse amor em minha vida novamente
Eu quero Ter a esperança desse amor voltar inteiro
tão perto que está ainda em nossos corações
Minha vida precisa desse amor
Sei que não é fácil, mas quem disse que o amor não é complicado
Quero sentir mais uma vez esse amor, ouvir que ainda me ama
Viver esse calor que sentimos quando nos beijamos
Quero sentir meu coração vibrar novament
Eu preciso sentir esse amor em minha vida novamente
Eu quero Ter a esperança desse amor voltar inteiro
tão perto que está ainda em nossos corações
Minha vida precisa desse amor
Sei que não é fácil, mas quem disse que o amor não é complicado
Quero sentir mais uma vez esse amor, ouvir que ainda me ama
Viver esse calor que sentimos quando nos beijamos
Quero sentir meu coração vibrar novament
Jarrinha de flor
Não me jogue num canto qualquer
Já me colheram do meu canteiro
E me colocaram nessa jarrinha
O lugar até que é agradavel
Minha água está sempre fresquinha
Não me joguem num canto qualquer
Já que me quiseram natural pra meu aroma a sala invadir
Seria até normal se colocassem uma artificial
Mas já que estou aqui em botão ou não
Não me joguem num canto
Mas me guarde em seu coração
Já me colheram do meu canteiro
E me colocaram nessa jarrinha
O lugar até que é agradavel
Minha água está sempre fresquinha
Não me joguem num canto qualquer
Já que me quiseram natural pra meu aroma a sala invadir
Seria até normal se colocassem uma artificial
Mas já que estou aqui em botão ou não
Não me joguem num canto
Mas me guarde em seu coração
Jarrinha de flor no centro da mesa
Sentada no café de uma livraria, bastante acolhedora, com mesinhas e jarrinha de flores ao centro,
Você pode fazer várias coisas,, por exemplo: começar a ler um livro que acabará de comprar ,ou tomar uma xícara de café ou até mesmo um chá...ou simplesmente ficar observando
Eu acabei fazendo um pouco de cada .Enquanto desfolhava o livro que tinha acabado de comprar tomando um pouco de café nos intervalos.
Mas algo me chamou a atenção, não sei o porque confesso, mas acontece do nada...
Um casal comum como tantos outros entrou pelo café e sentaram-se a minha frente. O que achei estranho é você entrar numa livraria com uma única intenção ;a de comer, não se alimentar de cultura mas forrar o estômago mesmo
Bom cada um faz o que quer come onde lhe apetece .Mas o que mais me incomodou realmente, foi que no instante em que chegou a refeição ,eles pediram veementemente a garçonete, que tirasse aquela jarrinha do centro da mesma.
Foi um pedido mas parecendo uma ordem, um, desdém a tão indefessa flor.
Porque não colocar a jarrinha no cantinho da mesa?
Será que se fosse um jantar a luz de velas eles tb mandariam tirar o castiçal do centro da mesa?
Bom pode parecer falta do que fazer, minha é claro, mas mexeu comigo esse ato e pra não perde o costume nasce mais uma poesia
Você pode fazer várias coisas,, por exemplo: começar a ler um livro que acabará de comprar ,ou tomar uma xícara de café ou até mesmo um chá...ou simplesmente ficar observando
Eu acabei fazendo um pouco de cada .Enquanto desfolhava o livro que tinha acabado de comprar tomando um pouco de café nos intervalos.
Mas algo me chamou a atenção, não sei o porque confesso, mas acontece do nada...
Um casal comum como tantos outros entrou pelo café e sentaram-se a minha frente. O que achei estranho é você entrar numa livraria com uma única intenção ;a de comer, não se alimentar de cultura mas forrar o estômago mesmo
Bom cada um faz o que quer come onde lhe apetece .Mas o que mais me incomodou realmente, foi que no instante em que chegou a refeição ,eles pediram veementemente a garçonete, que tirasse aquela jarrinha do centro da mesma.
Foi um pedido mas parecendo uma ordem, um, desdém a tão indefessa flor.
Porque não colocar a jarrinha no cantinho da mesa?
Será que se fosse um jantar a luz de velas eles tb mandariam tirar o castiçal do centro da mesa?
Bom pode parecer falta do que fazer, minha é claro, mas mexeu comigo esse ato e pra não perde o costume nasce mais uma poesia
Narrativa Arnaldo Antunes)(
Tinha suspirado, tinha beijado o papel devotadamente
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidade
E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saia delas
Como um corpo ressequido que se estira num banho tépido
Sentia um acréscimo de estima por si mesma
E parecia-lhe que entrava enfim
Numa existência superiormente interessante
onde cada hora tinha o seu encanto diferente
cada passo conduzia a um êxtase
e a alma se cobria num luxo radioso de sensações.
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidade
E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saia delas
Como um corpo ressequido que se estira num banho tépido
Sentia um acréscimo de estima por si mesma
E parecia-lhe que entrava enfim
Numa existência superiormente interessante
onde cada hora tinha o seu encanto diferente
cada passo conduzia a um êxtase
e a alma se cobria num luxo radioso de sensações.
Frederico Garcia Lorca
Não se esqueça de mim! disse Frederico ao ver o menino ir embora
Cercado da luz da aurora
Garcia sou, e ainda dizem que sou mais perigoso com a caneta na mão, com que um revolver empunhado
,Prenderam –lhe o corpo mas a alma flutuava
Porem mesmo que ninguém saiba o que é a poesia
Seguia a voz que com ele caminhava
A voz de um amor que bate a janela
Era pela vida apaixonado pela escrita aficionado,
E mesmo quando eles diziam que sua vida nada era
Isso agora não importa ,pois diante do pelotão de fuzilamento e de costas
Ele grita:
- Sou Frederico Garcia Lorca
Cercado da luz da aurora
Garcia sou, e ainda dizem que sou mais perigoso com a caneta na mão, com que um revolver empunhado
,Prenderam –lhe o corpo mas a alma flutuava
Porem mesmo que ninguém saiba o que é a poesia
Seguia a voz que com ele caminhava
A voz de um amor que bate a janela
Era pela vida apaixonado pela escrita aficionado,
E mesmo quando eles diziam que sua vida nada era
Isso agora não importa ,pois diante do pelotão de fuzilamento e de costas
Ele grita:
- Sou Frederico Garcia Lorca
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