quarta-feira, 20 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
MArgarida
Uma margarida no centro de um livro antigo
Marcando pagina de uma história,perfumando a traje´toria infinda de uma vertente ilusória
Apenas uma margarida solitária
Deitada ali no centro de cada página virada
Assim tão frondoza que no jardim vivia
e hoje marca desidratada
Mais cheia de poesia
Marcando pagina de uma história,perfumando a traje´toria infinda de uma vertente ilusória
Apenas uma margarida solitária
Deitada ali no centro de cada página virada
Assim tão frondoza que no jardim vivia
e hoje marca desidratada
Mais cheia de poesia
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Inspiração
Raramente me sinto povoada
Prefiro a solidão e o silêncio da minha inpiração
A quietude da noite ou a hora que senti-la brotar derramando-se como orvalho
e na manhã brindar com os pássaros em sinfonia
Nos primeiros raios de sol e festejar a esperança com uma nova poesia
Prefiro a solidão e o silêncio da minha inpiração
A quietude da noite ou a hora que senti-la brotar derramando-se como orvalho
e na manhã brindar com os pássaros em sinfonia
Nos primeiros raios de sol e festejar a esperança com uma nova poesia
Esperança
Espero que um dia você me leia
Que perceba com clareza toda substância aderida em minha poesia
Nesse meu ato de amor de despojamento sem rancor
dos meus segredos que já não são mais,
do conteudo dos teus medos
dos meus vendavais.
Espero como quem espera uma carta que não chega
ou por não ter sido escrito e muito menos enviada
um trem que não passa mais nesses trilhos
,dormitam nas estações enferrujadas,antigas
Eu espero,espero apenas uma resposta
como quem anceia pela chuva para plantar
e o sol para florir e ve-lô novamente sorrir de contentamento
quando sentir-se na minha poesia totalmente aderido
e ter vontade de chegar com o vento.
Que perceba com clareza toda substância aderida em minha poesia
Nesse meu ato de amor de despojamento sem rancor
dos meus segredos que já não são mais,
do conteudo dos teus medos
dos meus vendavais.
Espero como quem espera uma carta que não chega
ou por não ter sido escrito e muito menos enviada
um trem que não passa mais nesses trilhos
,dormitam nas estações enferrujadas,antigas
Eu espero,espero apenas uma resposta
como quem anceia pela chuva para plantar
e o sol para florir e ve-lô novamente sorrir de contentamento
quando sentir-se na minha poesia totalmente aderido
e ter vontade de chegar com o vento.
Passado e presente
Talvez passe muito tempo até lhe reencontrar
e nesse exato instante tudo estará completamente mudado
Mas vou esperar,tenho que me deperar e enfrentar o presente
e nesse exato instante tudo estará completamente mudado
Mas vou esperar,tenho que me deperar e enfrentar o presente
Viagem em mim
Eu preciso falar comigo mesmo antes de falar com o mundo
Me aventurar nesse mergulho dentro dos meus oceanos
tirar as teias dos meus sonhos;puros e profanos
Abrir as portas dos meus porões
Tirar a poeira da mesa da minha provável sanidade
Preciso escutar cada batida do meu coração
que mesmo ferido continua inteiro e impulsivo
Tenho que ouvir os ecos das minhas salas vazias
a sinfonia que brota da alma
Preciso observar melhor os meus passsos,saber onde piso,quais os caminhos tenho traçado
e os esconderijos enfadados dos meus medos
Vou vontar os tropeços,desviar dos buracos
submergir de tntos outros dar atenção aos meus questionamentos
Assimilar com coerência sem desespero meus fracassos
Pra conviver melhor e me preparar para ganhos
eu preciso conviver comigo mesma
Antes de conviver com o mundo
Me aventurar nesse mergulho dentro dos meus oceanos
tirar as teias dos meus sonhos;puros e profanos
Abrir as portas dos meus porões
Tirar a poeira da mesa da minha provável sanidade
Preciso escutar cada batida do meu coração
que mesmo ferido continua inteiro e impulsivo
Tenho que ouvir os ecos das minhas salas vazias
a sinfonia que brota da alma
Preciso observar melhor os meus passsos,saber onde piso,quais os caminhos tenho traçado
e os esconderijos enfadados dos meus medos
Vou vontar os tropeços,desviar dos buracos
submergir de tntos outros dar atenção aos meus questionamentos
Assimilar com coerência sem desespero meus fracassos
Pra conviver melhor e me preparar para ganhos
eu preciso conviver comigo mesma
Antes de conviver com o mundo
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Roseira
Tenho uma roseira
Lá no fundo do meu quintal
Que ela conversa comigo
Não sei se é loucura
Ou a roseira que é o diferencial
Mas é nesse momento minha única amiga
A que entende o que sinto
Essa dor infinda
Esse amor proibido
Fico horas ao lado dela
Contando da minha dor
E ela responde do modo dela
Fazendo nascer outra nova flor
Em cada botão traz o perfume
inundando momentos tão difíceis
Na qual a solidão ilude
são momentos inesquecíveis
Eu tenho uma roseira que conversa comigo
Lá no fundo do meu quintal
Que ela conversa comigo
Não sei se é loucura
Ou a roseira que é o diferencial
Mas é nesse momento minha única amiga
A que entende o que sinto
Essa dor infinda
Esse amor proibido
Fico horas ao lado dela
Contando da minha dor
E ela responde do modo dela
Fazendo nascer outra nova flor
Em cada botão traz o perfume
inundando momentos tão difíceis
Na qual a solidão ilude
são momentos inesquecíveis
Eu tenho uma roseira que conversa comigo
Noite ll
Deixa entrar por completo essa noite...crepúsculo
Nas horas languidas e silenciosa
Onde ouço o canto das corujas e o balançar dos juncos
E a chuva batendo à minha porta
Bálsamo é a noite que ameniza
Meus devaneios e proibidos pensamentos
Serenando nos campos e nas boninas
Alívio á dor e a todo sofrimento
- Deus ! Criaste tantas coisas...é criador
Coisas diferentes ,pessoas diferente...gente
O sol eu sei também criaste e é tão belo não nego
Porem a noite é fremente
Nas horas languidas e silenciosa
Onde ouço o canto das corujas e o balançar dos juncos
E a chuva batendo à minha porta
Bálsamo é a noite que ameniza
Meus devaneios e proibidos pensamentos
Serenando nos campos e nas boninas
Alívio á dor e a todo sofrimento
- Deus ! Criaste tantas coisas...é criador
Coisas diferentes ,pessoas diferente...gente
O sol eu sei também criaste e é tão belo não nego
Porem a noite é fremente
Dança do Girassol
Eu vi o girassol sorrindo
Depois de plantado no jardim
Eu o vi, brincando feito um menino com as sempre vivas
E dando vivas aos amores
E ele dançava um tango com as margaridas
Nesse meu jardim repleto de flores
Depois de plantado no jardim
Eu o vi, brincando feito um menino com as sempre vivas
E dando vivas aos amores
E ele dançava um tango com as margaridas
Nesse meu jardim repleto de flores
Como entender o AMOR?
Como entender esse amor,
esse amor profundo
simples,
complexo,
sem nexo e tão discutível?
Mesmo que seja completamente traduzível
Em todos os idiomas
Como fazer alguém compreender o incompreendido
Decifrar seus códigos, sejam talhados ou escrito?
Na mescla das cores
Na alquimia da pele
Estando longe ou perto
Abertamente exposto secreto
Mas intensamente sentido
Como explicar tamanho sentimento
Profundo inacessível
Assimilar tal conhecimento?
Então eu digo:
Desse amor não sei nada apenas vivo
esse amor profundo
simples,
complexo,
sem nexo e tão discutível?
Mesmo que seja completamente traduzível
Em todos os idiomas
Como fazer alguém compreender o incompreendido
Decifrar seus códigos, sejam talhados ou escrito?
Na mescla das cores
Na alquimia da pele
Estando longe ou perto
Abertamente exposto secreto
Mas intensamente sentido
Como explicar tamanho sentimento
Profundo inacessível
Assimilar tal conhecimento?
Então eu digo:
Desse amor não sei nada apenas vivo
Noite
Não deixe morrer a noite de vez
Nem vir o sol eterno
Quero essa luminosidade escondida refletida em meu jardim de inverno
Numa mesa de estrelas ou nuvem em cima apenas um lampião acesso talvez
Na noite encontro conforto , durante o dia tenho receio e me recolho
Num ato quase que "vampiresco" sem sangue sem dor
Nem vir o sol eterno
Quero essa luminosidade escondida refletida em meu jardim de inverno
Numa mesa de estrelas ou nuvem em cima apenas um lampião acesso talvez
Na noite encontro conforto , durante o dia tenho receio e me recolho
Num ato quase que "vampiresco" sem sangue sem dor
Teu Olhar
Teu olhar é o mesmo
Sempre a procura de calmaria
Cheio de dúvidas
E desprezo por mim
Essa dor que não tem fim
O tempo passa sim
E esse teu olhar permanece no meu
Sempre a procura
Do que não se perdeu
Porque na verdade nunca encontrou
Anoitecer
Deixa anoitecer
Que a lua chegue mais bonita
E que sua luminosidade possa clarear nossos olhares
Refletindo na superfície da existência
Toda profundidade de um sentimento único.
Deixe-me
Deixe-me molhar na chuva
O Outono vencer, varrendo a minha folhagem pra bem longe
Deixe-me apenas ser primavera ou como uma açucena tombando, no simples toque do orvalho
Uma madrugada longa ,plena e serena
Deixe-me mergulhar nas águas de um oceano fecundo ,cheio de vida de encantos
Me aquecer numa manhã ensolarada. quando o sol iluminar as copas das árvores de dourado
e o ipê roxo ficar mais iluminado
E quando o inverno chegar, que eu encontre nele conforto ou aqui ou em qualquer outro lugar!
Deixe-me
O Outono vencer, varrendo a minha folhagem pra bem longe
Deixe-me apenas ser primavera ou como uma açucena tombando, no simples toque do orvalho
Uma madrugada longa ,plena e serena
Deixe-me mergulhar nas águas de um oceano fecundo ,cheio de vida de encantos
Me aquecer numa manhã ensolarada. quando o sol iluminar as copas das árvores de dourado
e o ipê roxo ficar mais iluminado
E quando o inverno chegar, que eu encontre nele conforto ou aqui ou em qualquer outro lugar!
Deixe-me
Estação
Levarei em meus olhos
Estando abertos ou fechados
Aquele trem partindo
Cortando os trilhos enferrujados
Rumo ao infinito
Numa tarde de inverno acinzentado
Contando os dormentes
Que vão crescendo
A medida que os vagões vão passando
Levarei em meu pensamento
Aquele trem de aço
Passando por planícies ,campos e abismos
Ele vai partindo, partindo corações
Me deixando nessa estação
Preparando os tons azulados
E o colorido de uma nova Primavera
Levarei na lembrança
Esse trem desaparecendo lá longe diante de mim
Deixando a saudade e essa dor sem fim
A solidão recente e já tão doída
Nessa interminável ferrovia.
Estando abertos ou fechados
Aquele trem partindo
Cortando os trilhos enferrujados
Rumo ao infinito
Numa tarde de inverno acinzentado
Contando os dormentes
Que vão crescendo
A medida que os vagões vão passando
Levarei em meu pensamento
Aquele trem de aço
Passando por planícies ,campos e abismos
Ele vai partindo, partindo corações
Me deixando nessa estação
Preparando os tons azulados
E o colorido de uma nova Primavera
Levarei na lembrança
Esse trem desaparecendo lá longe diante de mim
Deixando a saudade e essa dor sem fim
A solidão recente e já tão doída
Nessa interminável ferrovia.
Onde?
Onde estás?
Em que tempo em que mundo?
Me digas logo me revele esse segredo
Me conte preciso vê-lo
Nem que seja pela ultima vez, num ultimo sopro de vida
Onde esta você ?
não posso mais viver sem saída
Em que tempo em que mundo?
Me digas logo me revele esse segredo
Me conte preciso vê-lo
Nem que seja pela ultima vez, num ultimo sopro de vida
Onde esta você ?
não posso mais viver sem saída
Escolhas
Todas as minhas escolhas foram bem pensadas
Menos essa agora de saber que estou apaixonada
Todos os meus passos ,caminhos e atalhos foram bem traçados
Todas as minhas decisões simples ou complexas foram bem avaliadas
Menos a de decidir se ia ou se ficava
Derepente o amor aconteceu
dentre todas as escolhas uma incógnita
em todas as decisões uma surpresa
todos os caminhos uma novidade
O amor não é uma escolha , e´ um acontecimento
Menos essa agora de saber que estou apaixonada
Todos os meus passos ,caminhos e atalhos foram bem traçados
Todas as minhas decisões simples ou complexas foram bem avaliadas
Menos a de decidir se ia ou se ficava
Derepente o amor aconteceu
dentre todas as escolhas uma incógnita
em todas as decisões uma surpresa
todos os caminhos uma novidade
O amor não é uma escolha , e´ um acontecimento
Chuva
A CHUVA
A chuva chegou na rua
Nos lugares quase esquecidos
Nos becos mal iluminados
No ferro das grades retorcidas
A chuva chegou lavando o asfalto quebrado
A calçada desnivelada
O meio fio antigo
Os bueiros soltos
A chuva limpou a solidão noturna
A alma afetuosa e não correspondida
O rosto sofrido
Enfim ,a chuva apagou tudo e eu plantei flores no jardim.
A chuva chegou na rua
Nos lugares quase esquecidos
Nos becos mal iluminados
No ferro das grades retorcidas
A chuva chegou lavando o asfalto quebrado
A calçada desnivelada
O meio fio antigo
Os bueiros soltos
A chuva limpou a solidão noturna
A alma afetuosa e não correspondida
O rosto sofrido
Enfim ,a chuva apagou tudo e eu plantei flores no jardim.
Rascunhos
Valorizo muito mais meus rascunhos
Porque neles encontro o caminho que tenho que atravessar
Até chegar na arte final. Êxodo e Êxtase
E esse caminho, é mágico, edificante as vezes mais que a poesia em si
Porque neles encontro o caminho que tenho que atravessar
Até chegar na arte final. Êxodo e Êxtase
E esse caminho, é mágico, edificante as vezes mais que a poesia em si
terça-feira, 24 de agosto de 2010
LIGAÇÃO
Meus desejos dançam no rítimo dessa ponte
Nesse caminho que divide nosso mundo e acaba nos unindo
nesse silêncio profundo tão fundo quanto a profundidade desse rio
Não sei se essa ponte começa do lado de cá
Ou é aqui que ela termina
Não sei se começa do lado de lá ou se finda
Meus desejos dançam nessa ponte
E com você faz um dueto
Você na tua extremidade
Até quando a melodia tocar em segredo
QUANDO ENCONTRAREI CONTIGO?
VAmor, amor
Quando encontrarei contigo?
Longe de tudo ,longe de ti,
Tudo é metade e não existo
O Outono colocou as copas das árvores vermelhas como fogo
Espalhando folhas cinzas pelo chão
A primavera chegou tímida, as flores nasceram
mas não tão altivas
Amor, amor
Quando encontrei contigo?
Aqui me perco em pensamento
Tudo é tão desigual
A chuva vem sempre depois de alguns momentos de sol
Meus ombros estão cansados de carregar a dúvida do teu retorno
Meu coração por ti implora
E quando vejo já é Outono de novo
Meus olhos marejados procuram conforto
Amor, amor
Quando encontrarei contigo?
Meus versos não consigo mais terminar,
todos tem o mesmo sentido
Ou sentido algum
A noite silencia meu caminho
A lua perdeu o sorriso amigo
Amor amor...
INSPIRAÇÃO
Eu tenho um segredo que me persegue, de não conseguir mais escrever
E minha poesia esmorecer e minha inspiração
me abandonar.
Isso vira até pesadelo
E quando acordo continuo com esse medo de poesias ao mundo não mais ofertar
FELICIDADE
Sim eu sou feliz
Não preciso ir para Passargada
Nem ser amiga do rei
Nem mesmo tão pouco me matar
Sinto o amor me sinto amada
E não desisto de mais amar
Prece!
Tenho meu céu de oração
Que me socorre quando minha alma padece
Agonizada por ti
E ele abastece quando a Deus elevo uma prece e assim meus olhos procuram descanso
Mesmo sabendo que não sei do meu pensamento então elevo uma prece por ti
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Retiro
Poesia Íntima
Em todos os meus poemas
Há um pedaço de mim
Em cada
Frase escrita
Uma vivência ou observância
Há uma busca uma busca de verdades e respostas
Em cada Outono um soneto novo aparece
Em cada linha de poesia o aroma da primavera
que chega sorrindo cantando cheio de rosas
E no Verão a forma ardente ou amena de compor
Uma extensa prosa
Mas sem esquecer esteja longe ou perto de falar do Amor no silêncio
Como uma manhã de inverno
Seja Bem Vindo!
Venha não tenha medo nem receio
Eu também estou te esperando faz tempo
E essa nossa insegurança e desconfiança, apenas nos faz nos afastar cada vez mais
Venha que estou vivendo de saudade
Já que morrer não faz parte desse amor que temos pra viver
Tão real pra mim e tão vivo ainda em você
A espera ptra amar
Porque tenho que esperar o Outono
voltar pra te amar outra vez?
Qual a razão de esperar mais um mês
Mais uma mudança de lua pra te amar,
e sair contigo de mãos dadas pelas ruas?
Não posso mais esperar as coisas, mudarem de tempo lugar
Se esse amor vive tão presente em mim sem mudar
Elo
Um Elo
Algo em você nos uni
Um olhar tão profundo imenso
Um sorriso tímido, intenso
Um porto um cais um barco ancorado
Algo em você nos uni
Uma fome de vida
Uma sede insaciável
Uma estrela sutil escondida
E esse desejo imensurável
Algo em você nos uni
Essa vontade desmedida
Uma frase sem ser escrita
Um coração uma batida
Algo como um amor em nossas vidas
Morretes
Uma estação de trem
Morretes
Casarios antigos
Ruinas
Janelas colonias
Ao fundo a neblina das horas
Vencendo a luz e a distância
O dia se despedindo
Com Lenços de seda ao punho
Naquela estação de trem
Uma saudade sem despedida
Uma vontade sem chegada
Apertando o coração
Indas e vindas apaixonadas
Curitiba, Paranaguá e Morretes
Tento desenhar nesse mapa
Minha rima nesse caminho
Vertendo o verde pela serra do Mar
Daqui por diante há de vir
Muitas coisas até ver-te
Na estação de trem em Morretes
Morretes
Casarios antigos
Ruinas
Janelas colonias
Ao fundo a neblina das horas
Vencendo a luz e a distância
O dia se despedindo
Com Lenços de seda ao punho
Naquela estação de trem
Uma saudade sem despedida
Uma vontade sem chegada
Apertando o coração
Indas e vindas apaixonadas
Curitiba, Paranaguá e Morretes
Tento desenhar nesse mapa
Minha rima nesse caminho
Vertendo o verde pela serra do Mar
Daqui por diante há de vir
Muitas coisas até ver-te
Na estação de trem em Morretes
Fazendo Amor
Fizemos um amor fremente
Pois o desejo era urgente
Pela grande ausência
Pelo tamanho da saudade
As janelas entre abertas
A lua espreitando calada
Uma melodia silenciosa
De acordes de primavera
Só em nossos sonhos tocava
Troca de beijos e olhares
Que se encontravam num êxtase suado
Mãos e vontades entrelaçadas
corpos misturados
Nesse quarto a meia luz
No aroma de desejo que embriaga e seduz
Uma carícia um suspiro
E outro beijo
E depois do amor
Dois seres languidos e exaustos
Caídos lado a lado
Pelo amor urgente
O mundo corre lá fora
Nosso mundo se resume
em nós
Nessa cama
Nessa hora
Seu Pensamento!
Sei que está sozinho pensando
Tentando organizar o que a gente bagunçou
Você querendo fugir do teu sentimento
Que se transformou em amor
Sei que em algum momento do teu dia
Ou na solidão da noite espero que reflita
E veja a falta que você me faz
E onde se principia a tua PAZ
Pesadelo
Não tem gosto de nada
Nem aroma também
Findou-se a estrada
Ninguém vai nem vem
Não se tem o fuso das horas
Na estação nem partida nem chegada
Ninguém chega nem vai embora
A noite e o dia se perderam na madrugada
Não se tem o fluxo das ondas
Nem elas explodindo em meus pés
Paralizou-se o mar,calou-se as conchas
Ninguém se vê,nem mesmo a maré
A lua continua boiando no céu
Sem vida ,sem brilho , sem fases
Perdeu-se a nostalgia do mel
Ninguém aqui nem em marte
Não se tem quase vida no jardim
Nem flores ,nem rosas
Cresceu apenas capim
Ninguém regou ninguem se importa
Não há nada definido
Nem o sol desce ou se levanta no horizonte
Tornou-se tudo indeciso
Ninguém responde
Derepente uma luz
Aparecendo sem desvelo
Terminou-se esse terrível sonho
Que me pareceu mais um pesadelo
Ondas Bravias
Bravias ondas
Que clareia os ares
Encharcando as margens de espumas
Que evaporam contumazes
Bravias ondas
Bravio o mar
Que me acalanta e expõe
Sem pestanejar
Bravias ondas
Turbilhão de sentimentos a brotar
E brotar em meu peito
E o sol só desponta em teu olhar
Meu Medo!
Tenho medo de me acostumar com a dor desse amor
A única coisa que sobrou de tanto amar
E a ausência que deixou esse amor me faz chorar
Me fazendo Ter medo de me acomodar
Hoje ela me faz companhia
E sempre se mostra nas entrelinhas
Tenho medo de me acostumar com a dor desse amor
A única coisa que sobrou de tanto amar
Onde quer que eu vá lá ele está
Talvez eu já nem me dê conta
Antes era fantasma que ronda a noite
Porem hoje já entrou sem ronda
Tenho medo de me acostumar com a dor desse amor
A única coisa que sobrou de tanto amar
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Te Amo
Fiquei muda
Completamente paralisada
Fora de órbita sem poder reagir
Por dentro turbilhões de sentimentos fumegando borbulhas no meu peito e enraizando pelo corpo
Tentei falar mas não podia
O amor calou-me naquele dia
Só ouvia as batidas do meu coração e tua voz que pedia uma explicação
Foi um momento de descoberta
Um instante que eu buscava tanto sentir
Saber o que pensava o poeta
O que passa na mente dos que escrevem falando de amor
O que move um coração apaixonado o que é esse amor que os deixam sem razão
Porem quando tu novamente indagou o que eu tinha no entanto...só poderia responder: Eu te amo
Completamente paralisada
Fora de órbita sem poder reagir
Por dentro turbilhões de sentimentos fumegando borbulhas no meu peito e enraizando pelo corpo
Tentei falar mas não podia
O amor calou-me naquele dia
Só ouvia as batidas do meu coração e tua voz que pedia uma explicação
Foi um momento de descoberta
Um instante que eu buscava tanto sentir
Saber o que pensava o poeta
O que passa na mente dos que escrevem falando de amor
O que move um coração apaixonado o que é esse amor que os deixam sem razão
Porem quando tu novamente indagou o que eu tinha no entanto...só poderia responder: Eu te amo
domingo, 15 de agosto de 2010
Novo Dia
Outra manhã virá
Outro dia amanhece
Tudo se faz novo
O silêncio das flores, das horas
O novo sol que nasce
Tudo passou, a noite terá uma lua nova, uma brisa suave e o aroma que não esquece
O aroma do teu perfume que em mim permanece
Outro dia amanhece
Tudo se faz novo
O silêncio das flores, das horas
O novo sol que nasce
Tudo passou, a noite terá uma lua nova, uma brisa suave e o aroma que não esquece
O aroma do teu perfume que em mim permanece
Cinzas
Vou juntar antigas cinzas do nosso coração.
Coração que foi queimado pelo fogo da dor da dúvida
Quem sabe possa encontrar algum resto além de pó ,algum concreto além de carvão e poeira
um sentido ressuscitado nessa rua desabitada ou uma flor deitada na calçada, um pedaço de nós que não foi consumido aquele desejo tardio que ardeu mesmo no frio
Quem deixou apagar o pavio?
Acendeste a dor de um amor descabido culpado covarde sozinho!
Coração que foi queimado pelo fogo da dor da dúvida
Quem sabe possa encontrar algum resto além de pó ,algum concreto além de carvão e poeira
um sentido ressuscitado nessa rua desabitada ou uma flor deitada na calçada, um pedaço de nós que não foi consumido aquele desejo tardio que ardeu mesmo no frio
Quem deixou apagar o pavio?
Acendeste a dor de um amor descabido culpado covarde sozinho!
Recado á Um Ausente
A ausência é com uma casa grande e transparente
Ela não necessita de porta para entrar, que passarás pelos muros e paredes e penderas seus quadros no ar , e flutuarás sob um chão inexistente
Uma casa grande e transparente;
Onde as janelas e portas estarão se movendo e abertas constantemente em direção ao verde... onde nasce a esperança. Assim como os girassóis que dançam à procura do sol, mas isso não é simplesmente uma dança e sim uma realização de fé!
Baseado no trecho do soneto XCIV de Pablo Neruda- Cem Sonetos de Amor
Ela não necessita de porta para entrar, que passarás pelos muros e paredes e penderas seus quadros no ar , e flutuarás sob um chão inexistente
Uma casa grande e transparente;
Onde as janelas e portas estarão se movendo e abertas constantemente em direção ao verde... onde nasce a esperança. Assim como os girassóis que dançam à procura do sol, mas isso não é simplesmente uma dança e sim uma realização de fé!
Baseado no trecho do soneto XCIV de Pablo Neruda- Cem Sonetos de Amor
Cinco Mulheres
Cinco mulheres com desejos antigos
Que no presente se mostram indecentes
Ali sentadas a mês cada uma na sua nobreza tomando o chá das cinco
Quinto dia do mês de agosto e embora o inverno esteja rigoroso, chove intensamente lá fora
A chuva veio brindar com as cinco mulheres
Com um chá que não precisava ser das cinco, nem Ter dia nem lugar pra acontecer a não ser o local de encontro das cinco mulheres
Cada uma pede seu chá preferido: Inglês,de ervas de hortelã enfim, conversam no intervalo entre um gole e outro .Conversam e se confidenciam sobre seus desejos clementes e ardentes
Cinco mulheres cinco vidas vividas confidentes
Que no presente se mostram indecentes
Ali sentadas a mês cada uma na sua nobreza tomando o chá das cinco
Quinto dia do mês de agosto e embora o inverno esteja rigoroso, chove intensamente lá fora
A chuva veio brindar com as cinco mulheres
Com um chá que não precisava ser das cinco, nem Ter dia nem lugar pra acontecer a não ser o local de encontro das cinco mulheres
Cada uma pede seu chá preferido: Inglês,de ervas de hortelã enfim, conversam no intervalo entre um gole e outro .Conversam e se confidenciam sobre seus desejos clementes e ardentes
Cinco mulheres cinco vidas vividas confidentes
Mil Anos
Mil anos
Passou mil anos
Tudo ficou envelhecido pelo tempo
As fotofrafias,até as digitais também perderam a caor
As cartas amareladas os e-mails na mesma caixa
Tudo muito bem guardado
As cortinas rotas e comidas pelas traças
Na mesa uma garrafa de vinho,um cálice um copo empoeirado
Um vaso de flores ressequidas, uma vela num castiçal
Grandes aberturas no telhado deixando entrar feixes de vida e sol
Um diário na estante junto com tantos livros antigos
Uma lista telefônica, uma agenda sem nada especial
Passou mil anos
E o jardim ainda sobrevive algumas flores
O mato tão alto fugiram as cores, evaporou-se os perfumes
Ainda se vê pássaros fazendo de poleiro o varal
Pode passar mil anos
Mas você em mim sempre será atual!
Passou mil anos
Tudo ficou envelhecido pelo tempo
As fotofrafias,até as digitais também perderam a caor
As cartas amareladas os e-mails na mesma caixa
Tudo muito bem guardado
As cortinas rotas e comidas pelas traças
Na mesa uma garrafa de vinho,um cálice um copo empoeirado
Um vaso de flores ressequidas, uma vela num castiçal
Grandes aberturas no telhado deixando entrar feixes de vida e sol
Um diário na estante junto com tantos livros antigos
Uma lista telefônica, uma agenda sem nada especial
Passou mil anos
E o jardim ainda sobrevive algumas flores
O mato tão alto fugiram as cores, evaporou-se os perfumes
Ainda se vê pássaros fazendo de poleiro o varal
Pode passar mil anos
Mas você em mim sempre será atual!
Volta Esquecida
Já não sei mais voltar
As pisadas que ficaram para trás foram apagadas pelo tempo
Pelo vento ,pelo mar
Se perderam no meu esquecimento
Eu só pensei em você
Vive pra você sem olhar pra trás
Sem olhar em volta
Sem olhar pra dentro de mim
Já não sei mais volta ,também nem quero ir embora
Quero tanto ficar
Então não me mande ir embora
E se o caminho aparecer, vou fingir que não vejo
Mentir pra mim mesmo pra ficar com você
Águas
A água desse rio que divide,
que separa meu desengano
que levou o meu amor
Tão longe,tão longe....
Água do oceano que recebe meu pranto
Entre desejos profanos
Que submerge e resgata
Tão longe , tão longe...
Água da chuva que lava a rua
Que apagou alua
Que meu sono no seu canto insinua e sonho
Tão longe, tão longe...
Água corrente vazante banhando meu corpo
Meu rosto pela manhã
Pelos dias pelas noites
Tão longe, tão longe...
Água do mundo água fria
Quente água que não tem fim
Tão longe , tão longe...
Há uma represa em mim
Silêncio na chegada
Chegue logo ,mas chegue em silêncio
Deixe que teu olhar
Diga tudo,
mostre verdades ,
permita que nesse instante tudo se revele
sinta apenas o calor de nossas almas
Ouça, Ouça o silêncio
Nele se esconde tantos segredos
Segredos insondáveis
Tantos desejos
Principalmente nossa história
Que aos poucos a nós foi revelada
Chegue então em silêncio
Deixe que nossos corpos reproduza todo esse sentimento
Esqueça os fantasmas a vida desgastada
Vivendo no fio da navalha que dessecou aos poucos, todos os medos
Ouça mais uma vez apenas nosso coração
O teu tão inseguro
O meu apaixonado
E hoje juntos são fortes e renovados
E agora que você chegou, não tenho nada a falar
Então me calo!
O tempo que Passou
Quanto tempo já se passou
Eu nem me dei conta
Só hoje percebi
parece que foi ontem
tudo que vivi
E eu sentada aqui vendo o dia amanhecer de longe
O dia vem trazendo a chuva
Lavando a neblina
A primavera não chegou ainda
E quando vier, será que virá por você acompanhada?
Olho o jardim, insisto parece que foi ontem
que em março girassóis foram plantados
As violetas ainda reclamam tua ausência
Mas as rosas em botões já existem enciumadas
E eu aqui a espera de mais uma primavera que venha por ti acompanhada
Ferida Pelo Amor Aberta
F oi numa manhã de Outono
E sse amor de mim fugiu
R asgando todos os meus sonhos
I lusão chegou e não mais saiu
D ias e noite fico a esperar
A ferida grande abriu e não quer fechar
P rovocando tanta dor e desconfianças
E u queria mergulhar de cabeça na esperança
L ouca perdendo a realidade
O amor me feriu de verdade
A ferida ainda esta aberta
M acerando o meu coração
O meu pobre coração cativo
R astejante ficou e sozinho
A ferida uma hora irá cicatrizar
B asta tentar esquecer e acreditar
E u queria conseguir
R ecomeçar sem recaídas incertas
T entar levantar e a ferida fechar
A ferida pelo amor aberta
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Chama Acesa
Eu vou deixar a chama acesa
Porque ela não tem pavio
Só esse calor gostoso
Que carrego comigo
Por devoção
Eu vou deixar a chama acesa
Pra quando você voltar
Pra aquecer teu corpo, iluminar teu caminho
Pra Ter de volta teu caminho
E teu coração
Eu vou deixar a chama acesa
Como sempre deixei
E te receber num abraço apertado
Um sorriso escancarado
Eu vou deixar a chama acesa por amor
Ninguem e nem Eu
Ninguém sabe a dor que carrego
Pelo tempo que espero
Ninguém entende esse meu querer
que tanto quero
Ninguém entende esse meu amor
Que é tão envolvente
Que não sai da minha mente
Ninguém entende esse sentimento mais que eu,
e porque pelo tempo se perdeu
Ninguém sabe como não esqueço
Eu não sei porque vc esqueceu
Colcha de Retalhos
O meu eu hoje, é como uma colcha de retalhos
Cortados e zigue zague ou enviesado
Que não consigo mais juntar
A minha vida é uma dessas partes
e também é a arte que passo a representar
A minha esperança é o corte anda em desalinho
E não é de seda nem de linho
Procurando se prender na costura
Em cada pedaço disperso que ainda espero
Meu coração costurar
Procura-se um coração
Meu coração já não mora dentro do peito
A muito se perdeu pelo mundo
ultrapassou fronteiras
Meu coração perdido
Talvez esteja escondido calado sem abrigo
Com medo inseguro
Atrás de uma porta ,do outro lado do muro
Dentro de algum túnel escuro
Sem vislumbrar a tal luz no final
Ou pode estar na beira de um precipício
Sozinha e cansada ,já cansei de buscar
E um alto preço vivo a pagar
Porem quem encontrar não exija resgate ou recompensa
Espero que quem encontra-lo
Cuide com carinho a muito vive sozinho e solitário
Por favor me devolva então por caridade ou compaixão
Mesmo que esteja completamente machucado
Mas preciso de volta sem enganação
E por lealdade serei grata de verdade
E um lugar eternamente terás em meu coração
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Todo Sentimento
Todo Sentimento
Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo
Da gente
Preciso conduzir
Um tempo de te amar
Te amando devagar
E urgentemente
Preciso descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez
Que recolhe todo o sentimento
E bota no corpo uma outra vez
Prometo te querer
Até o amor cair
doente.
Doente
Prefiro então partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente
Depois de te perder
Te encontro, com certeza
Talvez num tempo da delicadeza
Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei, como encantado
Ao lado teu.
(Chico Buarque)
Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo
Da gente
Preciso conduzir
Um tempo de te amar
Te amando devagar
E urgentemente
Preciso descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez
Que recolhe todo o sentimento
E bota no corpo uma outra vez
Prometo te querer
Até o amor cair
doente.
Doente
Prefiro então partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente
Depois de te perder
Te encontro, com certeza
Talvez num tempo da delicadeza
Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei, como encantado
Ao lado teu.
(Chico Buarque)
TRansformação
cEu me fiz de primavera
Nessa manhã de inverno
Pra alegrar o seu dia
E sentir o meu amor mais de perto
Eu me fiz de flor
Pra perfumar sua vida
Enfeitar o seu jardim
E te dei a poesia
Com aroma de jasmim
domingo, 25 de julho de 2010
Renovação
Todas as sobras
Todos os galhos que brados retorcidos
Gravetos esquecidos
Folhas que ficaram jogadas e o outono não varreu
Me queimar e deixar-me em cinzas
Pra novamente ficar inteira e renovada
Cansei de ser incompreendida
Mal amada me deixando ferida arredia com o mundo
Quero poder acreditar em todo novamente
Mesmo que tenha que me podar mil vezes
Você Aqui
Pensar no que tudo significou
Tudo que foi ou que poderia Ter sido
Nesse dia frio
Nessa pouca hora
O pensamento tão longe
Os olhos estáticos perdidos em algum horizonte
Corpo inerte, o desejo a flor da pele
O gosto de um beijo
A boca sedenta
Momento triste ,saudade persiste
A vontade insiste que querer você aqui
Na Lua
Pra dizer que ainda amo você e nada mais importa
Na Lua esta todas as horas que sem você passei
Todos os olhares que um dia lancei e desejei
Buscando sempre a tua face sem saber onde estava você
Nela também está estampada, todas as lágrimas que chorei
As dores que senti
Os momentos que te esperei
Almas afins!
“Para cada pessoa, existe uma pessoa especial.
Muitas vezes, existem duas, três u até quatro.
Todas vêm de gerações diferentes e atravessam oceanos de tempo para estarem conosco.
Muitas vezes, existem duas, três u até quatro.
Todas vêm de gerações diferentes e atravessam oceanos de tempo para estarem conosco.
Trecho de um Poema
A NATUREZA É APENAS UMA SUPERFÍCIE
NA SUA SUPERFÍCIE ELA É PROFUNDA
E TUDO CONTÉM MUITO
SE OS OLHOS BEM OLHAR!”
(Ricardo Reis)-Um dos heteronômios de Fernando Pessoa
NA SUA SUPERFÍCIE ELA É PROFUNDA
E TUDO CONTÉM MUITO
SE OS OLHOS BEM OLHAR!”
(Ricardo Reis)-Um dos heteronômios de Fernando Pessoa
Um beijo roubado
Eu vi nos teu
s olhos
A vontade que aflorava
Não pude resisti
Porque tb em mim brotava
Calmamente eu esperava
A tua iniciativa urgente
Tua mão meu rosto acariciava
E o desejo aumentava de forma indecente
Nossa face aos poucos aproximando
Nossos corpos mais próximos ainda
Então um beijo foi roubado
O mais bem roubado de toda minha vida
Tudo quieto
Anda que esse silêncio ta me angustiando
A noite nem as corujas cantam
E pela manhã tb não ouço nada
Anda aqui tudo está tão triste
Nesse cenário todo azul
Nem o vento mais insiste
Nem do norte nem do sul
Entre 4 paredes
Não há mais ninguém
Só a solidão habita
E a saudade também
Coisas
Tantas coisas se apagaram
E tantas outras ficaram
Uma voz que não posso mais ouvir
E tantas que ficaram a me oprimir
Um olhar que não alcanço mais
E outros que me condenam me tirando a Paz
Um sorriso que par mim se fechou
E tantos outros que desabrochou em mim
Um perfume que ficou nos lençóis aqui
E tantos outros que nem senti
Tantas coisas que se partiram
E outras que nem fazem mais sentido
Só esse Amor ficou
E tantas outras ficaram
Uma voz que não posso mais ouvir
E tantas que ficaram a me oprimir
Um olhar que não alcanço mais
E outros que me condenam me tirando a Paz
Um sorriso que par mim se fechou
E tantos outros que desabrochou em mim
Um perfume que ficou nos lençóis aqui
E tantos outros que nem senti
Tantas coisas que se partiram
E outras que nem fazem mais sentido
Só esse Amor ficou
terça-feira, 20 de julho de 2010
A Lembrança não se cala
vSentada aqui
O vento correndo veloz
Passando pelas folhagens
Lambendo meu corpo
Calando qualquer voz
Me trás tantas lembranças
Que refletem no horizonte vendo o sol se deitar
Enquanto a insônia chega me mostra a manhã despertando
Trazendo o inverno cortante
As águas de um rio sereno
E que ao contrário de mim
De tudo que eu sinto ,leva nas suas águas e não trás nada de volta
Mas deixa as lembranças , lembranças que não se calam
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