A lua estava lá
Tão brilhante
Tão repleta de si de luz de paz
Eu não me contive e aquiz pra mim
E ela estava logo ali
Tão plena
Estática
Que quase pude alcança-la
E em meus braços abraça-la
Ela estava ali
Tão pudica
Tão lúdica...única
A lua cheia
Em suas fases e faces
Enfeitando as frases e versos dos poetas
Iluminando A face dos apaixonados
Enfeitando minha noite no céu descortinado
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Amor diferente
Eu quero esse teu amor mais tranquilo
Sem tantos atropelos
sem pressa sem desespero
Não quero mais a lágrima triste nascendo
Quero o choro de um amor nascendo
Quero poder caminhar
Ao teu lado, tanto no deserto
como num lugar movimentado
Num dia chuvoso ou ensolarado
Sem medo sem pressa
Sem Ter hora nem onde chegar
Eu quero esse teu amor mais paciente
Sem nada a esperar, sem nada a pagar
Quero Ter a certeza do teu sorriso
Tão puro tão menino
Que nada pode apagar
Quero sim o sobressalto da paixão
Aquele calor gostoso no coração
Sem interferências sem quedas
Sentir o ao cheiro do teu perfume
Mesclado ao aroma da primavera
E saber que no final de tudo mais amor nos espera
Sem tantos atropelos
sem pressa sem desespero
Não quero mais a lágrima triste nascendo
Quero o choro de um amor nascendo
Quero poder caminhar
Ao teu lado, tanto no deserto
como num lugar movimentado
Num dia chuvoso ou ensolarado
Sem medo sem pressa
Sem Ter hora nem onde chegar
Eu quero esse teu amor mais paciente
Sem nada a esperar, sem nada a pagar
Quero Ter a certeza do teu sorriso
Tão puro tão menino
Que nada pode apagar
Quero sim o sobressalto da paixão
Aquele calor gostoso no coração
Sem interferências sem quedas
Sentir o ao cheiro do teu perfume
Mesclado ao aroma da primavera
E saber que no final de tudo mais amor nos espera
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Estações
Broto e exalo meu aroma em cada primavera
Brilho aquecendo as sensações no verão
Refrigero minha alma no inverno
Me despedaço inteira no Outono... recomeço
Brilho aquecendo as sensações no verão
Refrigero minha alma no inverno
Me despedaço inteira no Outono... recomeço
Há uma voz!
Há uma voz dentro de mim
Ora amiga ora acusadora
Já pedi mil vezes pra ela parar
Mas tb ela é desafiadora
Há uma voz dentro de mim
Que não me deixa esquecer
Que não me deixa falar
Que me deixa maluca
Mas que também as vezes me escuta
Quando ninguém pode me escutar
Ora amiga ora acusadora
Já pedi mil vezes pra ela parar
Mas tb ela é desafiadora
Há uma voz dentro de mim
Que não me deixa esquecer
Que não me deixa falar
Que me deixa maluca
Mas que também as vezes me escuta
Quando ninguém pode me escutar
Pensando
Ninguém quer um amor inventado
Uma verdade escondida
Nem a lágrima caída
Será que um dia isso muda?
Uma verdade escondida
Nem a lágrima caída
Será que um dia isso muda?
Pensamento!
Clarice disse que há uma vida a ser intensamente vivida!
Eu digo:
Há uma voz pra a ser profundamente ouvida
Há um olhar pra ser delicadamente desvendado
Há uma face que precisa loucamente de carinho
Há uma frase pra ser urgentemente dita
Há um coração pra ser intensamente amado
Eu digo:
Há uma voz pra a ser profundamente ouvida
Há um olhar pra ser delicadamente desvendado
Há uma face que precisa loucamente de carinho
Há uma frase pra ser urgentemente dita
Há um coração pra ser intensamente amado
Clarice Lispector
É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar. Olhei pra você fixamente por instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão poerfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Apagão
Depois de passar horas num trânsito de caos, sinais apagados
Buzinas tocando, barulho de freadas
Finalmente se chega em casa ou pelo menos na portaria
Ai começa mais uma etapa dessa via crucies, morar na cobertura
Quem ficou em casa aparentemente ficou ilhado dentro de uma apartamento cercado de escuridão por todos os lados
E eu aqui na portaria tentando pegar coragem pra subir, preparando o fôlego pra encarar 10 andares.
O porteiro já tinha um estoque de velas pra oferecer a quem se aventurasse. Vamos lá a subida parecia mais uma procissão, estranho é que moro a tanto tempo nesse prédio e nunca tinha feito um tour pelas escadas, mas a procissão seguia a luz de velas
Ufa! finalmente cheguei ao meu destino, toda suada, com caibra na batata da perna ,a vela acaba e agora é uma luta pra achar o buraco da fechadura, mas acabei encontrando.
Abro a porta acabo tropeçando no tapete , piso no cachorro ,dá vontade de falar uma palavrão daqueles...e falo, mas só depois de chutar a mesinha. Lembro que tenho uma lanterna na bolsa , só agora que lembro parece que no escuro a gente pensa menos. Bom agora é tentar lembrar em que gaveta coloquei aquele pacote de velas que a empregada comprou semana passada...bendita empregada. Ela sabe que aqui no Rio quando chove sempre há queda de energia
Bom, achado as velas, o jeito agora é ligar o rádio do celular pra saber das notícias antes que acabe a bateria e desligar todas as tomadas...vá que volte a luz e queime minhas coisas.
O calor é intenso o jeito é tomar um banho a luz de velas, ai eu lembro :Será que ficou alguém preso no elevador?
Alguém que sofra de claustrofobia ,sindrome do pânico...deve ser horrível e eu aqui reclamando do calor, da topada na mesinha.
Na rádio o locutor diz que até tem um toque poético o apagão...só se for pra ele, ele diz que a muito tempo não via um vaga-lume e só assim ele viu...porque ele não vai pro interior lá deve Ter um enxame de vaga-lumes , melhor que o zum-zum-zum dos mosquitos sugando meu sangue.
O jeito é parar de reclamar e passar repelente , e nisso já se vão 3 horas , dormir nem pensar ,com esse calor fica difícil .O jeito é pensar na vida, já que os telefones estão mudos tb ,não dá nem pra fazer uma fofoca.
Ai a gente chega a conclusão que o progresso nos facilita muito a vida , porem até hoje ainda se discute o real motivo desse apagão.
Depois de 4 horas no vazio e na escuridão absoluta, chega a luz>Agora é hora de comer alguma coisa , escovar os dentes e tentar dormir. Sem esquecer de rezar pedindo a Deus pra que amanhã não tenha outro apagão
Buzinas tocando, barulho de freadas
Finalmente se chega em casa ou pelo menos na portaria
Ai começa mais uma etapa dessa via crucies, morar na cobertura
Quem ficou em casa aparentemente ficou ilhado dentro de uma apartamento cercado de escuridão por todos os lados
E eu aqui na portaria tentando pegar coragem pra subir, preparando o fôlego pra encarar 10 andares.
O porteiro já tinha um estoque de velas pra oferecer a quem se aventurasse. Vamos lá a subida parecia mais uma procissão, estranho é que moro a tanto tempo nesse prédio e nunca tinha feito um tour pelas escadas, mas a procissão seguia a luz de velas
Ufa! finalmente cheguei ao meu destino, toda suada, com caibra na batata da perna ,a vela acaba e agora é uma luta pra achar o buraco da fechadura, mas acabei encontrando.
Abro a porta acabo tropeçando no tapete , piso no cachorro ,dá vontade de falar uma palavrão daqueles...e falo, mas só depois de chutar a mesinha. Lembro que tenho uma lanterna na bolsa , só agora que lembro parece que no escuro a gente pensa menos. Bom agora é tentar lembrar em que gaveta coloquei aquele pacote de velas que a empregada comprou semana passada...bendita empregada. Ela sabe que aqui no Rio quando chove sempre há queda de energia
Bom, achado as velas, o jeito agora é ligar o rádio do celular pra saber das notícias antes que acabe a bateria e desligar todas as tomadas...vá que volte a luz e queime minhas coisas.
O calor é intenso o jeito é tomar um banho a luz de velas, ai eu lembro :Será que ficou alguém preso no elevador?
Alguém que sofra de claustrofobia ,sindrome do pânico...deve ser horrível e eu aqui reclamando do calor, da topada na mesinha.
Na rádio o locutor diz que até tem um toque poético o apagão...só se for pra ele, ele diz que a muito tempo não via um vaga-lume e só assim ele viu...porque ele não vai pro interior lá deve Ter um enxame de vaga-lumes , melhor que o zum-zum-zum dos mosquitos sugando meu sangue.
O jeito é parar de reclamar e passar repelente , e nisso já se vão 3 horas , dormir nem pensar ,com esse calor fica difícil .O jeito é pensar na vida, já que os telefones estão mudos tb ,não dá nem pra fazer uma fofoca.
Ai a gente chega a conclusão que o progresso nos facilita muito a vida , porem até hoje ainda se discute o real motivo desse apagão.
Depois de 4 horas no vazio e na escuridão absoluta, chega a luz>Agora é hora de comer alguma coisa , escovar os dentes e tentar dormir. Sem esquecer de rezar pedindo a Deus pra que amanhã não tenha outro apagão
domingo, 15 de novembro de 2009
Sliêncio
Se o silêncio é mudo, porque só nele que eu te escuto?
Se o silêncio é escuro,porque só se nele eu posso te ver?
Se o silêncio é abstrato ,incerto
Porque só nele te sinto aqui tão perto?
Se o silêncio é escuro,porque só se nele eu posso te ver?
Se o silêncio é abstrato ,incerto
Porque só nele te sinto aqui tão perto?
Amor Novamente
Quero sentir no fundo da alma
Eu preciso sentir esse amor em minha vida novamente
Eu quero Ter a esperança desse amor voltar inteiro
tão perto que está ainda em nossos corações
Minha vida precisa desse amor
Sei que não é fácil, mas quem disse que o amor não é complicado
Quero sentir mais uma vez esse amor, ouvir que ainda me ama
Viver esse calor que sentimos quando nos beijamos
Quero sentir meu coração vibrar novament
Eu preciso sentir esse amor em minha vida novamente
Eu quero Ter a esperança desse amor voltar inteiro
tão perto que está ainda em nossos corações
Minha vida precisa desse amor
Sei que não é fácil, mas quem disse que o amor não é complicado
Quero sentir mais uma vez esse amor, ouvir que ainda me ama
Viver esse calor que sentimos quando nos beijamos
Quero sentir meu coração vibrar novament
Jarrinha de flor
Não me jogue num canto qualquer
Já me colheram do meu canteiro
E me colocaram nessa jarrinha
O lugar até que é agradavel
Minha água está sempre fresquinha
Não me joguem num canto qualquer
Já que me quiseram natural pra meu aroma a sala invadir
Seria até normal se colocassem uma artificial
Mas já que estou aqui em botão ou não
Não me joguem num canto
Mas me guarde em seu coração
Já me colheram do meu canteiro
E me colocaram nessa jarrinha
O lugar até que é agradavel
Minha água está sempre fresquinha
Não me joguem num canto qualquer
Já que me quiseram natural pra meu aroma a sala invadir
Seria até normal se colocassem uma artificial
Mas já que estou aqui em botão ou não
Não me joguem num canto
Mas me guarde em seu coração
Jarrinha de flor no centro da mesa
Sentada no café de uma livraria, bastante acolhedora, com mesinhas e jarrinha de flores ao centro,
Você pode fazer várias coisas,, por exemplo: começar a ler um livro que acabará de comprar ,ou tomar uma xícara de café ou até mesmo um chá...ou simplesmente ficar observando
Eu acabei fazendo um pouco de cada .Enquanto desfolhava o livro que tinha acabado de comprar tomando um pouco de café nos intervalos.
Mas algo me chamou a atenção, não sei o porque confesso, mas acontece do nada...
Um casal comum como tantos outros entrou pelo café e sentaram-se a minha frente. O que achei estranho é você entrar numa livraria com uma única intenção ;a de comer, não se alimentar de cultura mas forrar o estômago mesmo
Bom cada um faz o que quer come onde lhe apetece .Mas o que mais me incomodou realmente, foi que no instante em que chegou a refeição ,eles pediram veementemente a garçonete, que tirasse aquela jarrinha do centro da mesma.
Foi um pedido mas parecendo uma ordem, um, desdém a tão indefessa flor.
Porque não colocar a jarrinha no cantinho da mesa?
Será que se fosse um jantar a luz de velas eles tb mandariam tirar o castiçal do centro da mesa?
Bom pode parecer falta do que fazer, minha é claro, mas mexeu comigo esse ato e pra não perde o costume nasce mais uma poesia
Você pode fazer várias coisas,, por exemplo: começar a ler um livro que acabará de comprar ,ou tomar uma xícara de café ou até mesmo um chá...ou simplesmente ficar observando
Eu acabei fazendo um pouco de cada .Enquanto desfolhava o livro que tinha acabado de comprar tomando um pouco de café nos intervalos.
Mas algo me chamou a atenção, não sei o porque confesso, mas acontece do nada...
Um casal comum como tantos outros entrou pelo café e sentaram-se a minha frente. O que achei estranho é você entrar numa livraria com uma única intenção ;a de comer, não se alimentar de cultura mas forrar o estômago mesmo
Bom cada um faz o que quer come onde lhe apetece .Mas o que mais me incomodou realmente, foi que no instante em que chegou a refeição ,eles pediram veementemente a garçonete, que tirasse aquela jarrinha do centro da mesma.
Foi um pedido mas parecendo uma ordem, um, desdém a tão indefessa flor.
Porque não colocar a jarrinha no cantinho da mesa?
Será que se fosse um jantar a luz de velas eles tb mandariam tirar o castiçal do centro da mesa?
Bom pode parecer falta do que fazer, minha é claro, mas mexeu comigo esse ato e pra não perde o costume nasce mais uma poesia
Narrativa Arnaldo Antunes)(
Tinha suspirado, tinha beijado o papel devotadamente
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidade
E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saia delas
Como um corpo ressequido que se estira num banho tépido
Sentia um acréscimo de estima por si mesma
E parecia-lhe que entrava enfim
Numa existência superiormente interessante
onde cada hora tinha o seu encanto diferente
cada passo conduzia a um êxtase
e a alma se cobria num luxo radioso de sensações.
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidade
E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saia delas
Como um corpo ressequido que se estira num banho tépido
Sentia um acréscimo de estima por si mesma
E parecia-lhe que entrava enfim
Numa existência superiormente interessante
onde cada hora tinha o seu encanto diferente
cada passo conduzia a um êxtase
e a alma se cobria num luxo radioso de sensações.
Frederico Garcia Lorca
Não se esqueça de mim! disse Frederico ao ver o menino ir embora
Cercado da luz da aurora
Garcia sou, e ainda dizem que sou mais perigoso com a caneta na mão, com que um revolver empunhado
,Prenderam –lhe o corpo mas a alma flutuava
Porem mesmo que ninguém saiba o que é a poesia
Seguia a voz que com ele caminhava
A voz de um amor que bate a janela
Era pela vida apaixonado pela escrita aficionado,
E mesmo quando eles diziam que sua vida nada era
Isso agora não importa ,pois diante do pelotão de fuzilamento e de costas
Ele grita:
- Sou Frederico Garcia Lorca
Cercado da luz da aurora
Garcia sou, e ainda dizem que sou mais perigoso com a caneta na mão, com que um revolver empunhado
,Prenderam –lhe o corpo mas a alma flutuava
Porem mesmo que ninguém saiba o que é a poesia
Seguia a voz que com ele caminhava
A voz de um amor que bate a janela
Era pela vida apaixonado pela escrita aficionado,
E mesmo quando eles diziam que sua vida nada era
Isso agora não importa ,pois diante do pelotão de fuzilamento e de costas
Ele grita:
- Sou Frederico Garcia Lorca
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Ele me disse
“Eu quero acreditar
Que cada passo que eu der nele possa te fazer feliz!”
Recebido de uma pessoa especial!
Que cada passo que eu der nele possa te fazer feliz!”
Recebido de uma pessoa especial!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Aflito
Voce veio com esse teu amor aflito
Com olhar perdido
Com pensamento no infinito
Foi assim que chegou aqui
E eu achei tão bonito,que te recebi
Pedindo abrigo querendo carinho!
Querendo ser compreendido e eu fiquei contigo
Você que agora é mais que um amigo
Você é um amor atrevido!
FElicidade(Ele Disse)
Felicidade é muito grande
Que não cabe no meu peito
Chega a rola pelos olhos
E desperta por um beijo
Que não cabe no meu peito
Chega a rola pelos olhos
E desperta por um beijo
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Buraco no Espelho
buraco do espelho está fechado
agora eu tenho que ficar aqui
com um olho aberto, outro acordado
no lado de lá onde eu caí
pro lado de cá não tem acesso
mesmo que me chamem pelo nome
mesmo que admitam meu regresso
toda vez que eu vou a porta some
a janela some na parede
a palavra de água se dissolve
na palavra sede, a boca cede
antes de falar, e não se ouve
já tentei dormir a noite inteira
quatro, cinco, seis da madrugada
vou ficar ali nessa cadeira
uma orelha alerta, outra ligada
o buraco do espelho está fechado
agora eu tenho que ficar agora
fui pelo abandono abandonado
aqui dentro do lado de fora
Arnaldo Antunes
agora eu tenho que ficar aqui
com um olho aberto, outro acordado
no lado de lá onde eu caí
pro lado de cá não tem acesso
mesmo que me chamem pelo nome
mesmo que admitam meu regresso
toda vez que eu vou a porta some
a janela some na parede
a palavra de água se dissolve
na palavra sede, a boca cede
antes de falar, e não se ouve
já tentei dormir a noite inteira
quatro, cinco, seis da madrugada
vou ficar ali nessa cadeira
uma orelha alerta, outra ligada
o buraco do espelho está fechado
agora eu tenho que ficar agora
fui pelo abandono abandonado
aqui dentro do lado de fora
Arnaldo Antunes
Construção da Poesia
Do que é construída a poesia
Não é de pedra nem areia, terra e alvenaria
Muitos querem saber
Muitos querem pergunta de que é construída
Como chega de que maneira
Não é na pá do pedreiro
Nem betoneira
Não está no desenho do arquiteto
Nem no cálculo de um engenheiro inquieto
Ainda não se sabe como é construída,
Se tem alicerces , vergalhões, colunas, aramados ou tijolos desencontrados
Na realidade ela nasce do abstrato,
De um pensamento apaixonado
Ela cai do céu passa pela caneta e cai no papel
Não é de pedra nem areia, terra e alvenaria
Muitos querem saber
Muitos querem pergunta de que é construída
Como chega de que maneira
Não é na pá do pedreiro
Nem betoneira
Não está no desenho do arquiteto
Nem no cálculo de um engenheiro inquieto
Ainda não se sabe como é construída,
Se tem alicerces , vergalhões, colunas, aramados ou tijolos desencontrados
Na realidade ela nasce do abstrato,
De um pensamento apaixonado
Ela cai do céu passa pela caneta e cai no papel
Assinar:
Postagens (Atom)






