A praia acalanta meu sono
Procuro qualquer lugar pra adormecer
Qualquer canto
Não há mais sono que acalme meu pranto, nem reza nem santo
Um pedaço de estrela morta
De um céu que não alcancei
De um horizonte em linha reta que nunca desenhei
A praia minha amiga ,esconde um segredo
Protege os meus medos
Mas assim mesmo foge de mim algum consolo
Há uma metade de lua
Num tapete que nunca pisei
E essa dor infinita que ainda não matei
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Adeus
Eu digo Adeus a esse amor
Senão quer ficar tão perto
Eu te liberto
Mesmo calando minha dor
Eu digo Adeus um Adeus
Temido
Tão sentido mas que teve que ser dito
Mesmo buscando um olhar arrependido
Um gesto de amor
Eu digo Adeus nos olhos teus
Pro sorriso aos braços teus
Me podo dos desejos meus
Siga seu caminho Adeus!
Senão quer ficar tão perto
Eu te liberto
Mesmo calando minha dor
Eu digo Adeus um Adeus
Temido
Tão sentido mas que teve que ser dito
Mesmo buscando um olhar arrependido
Um gesto de amor
Eu digo Adeus nos olhos teus
Pro sorriso aos braços teus
Me podo dos desejos meus
Siga seu caminho Adeus!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Enamorada da vida (Olegario Mariano)
Adpt: Luiza
Eu sou um enamorada da Vida!
Para sentir melhor o céu na minha casa,
Plantei –a entre o mar e a montanha.
Se as ondas vêm rugir a meus pés, a horas mortas,
A lua desce a mim numa carícia estranha.
Bebo as estrelas de mais perto... Abraço
Todo o corpo do céu num simples movimento.
Como se envolvesse meu louco amor nesse momento
E, quando chove, sinto a torrente das chuvas
Trazendo da montanha, em seu penacho de águas,
Frondes, ninhos, calhaus e pássaros ao vento.
Eu sou uma enamorada da Vida!
Amo-a por tudo quanto ela me pode dar
E sonho que ainda posso um grande ganhar
A água fresca da fonte, a carícia da sombra,
E até a calma silenciosa e mansa
Desse crepúsculo que baixa devagar.
Em cada mão de folha a minha boca bebe
O orvalho da manhã como um suave licor.
Talvez tenha assim o gosto da boca do meu amor
E abro os pulmões, sorvendo em tudo o que me envolve
Essa onda de volúpia e de êxtase e perfume
O aroma desse homem
Que vem do amor e que me leva para o amor
Eu sou um enamorada da Vida!
E espero por um grande Amor
Eu sou um enamorada da Vida!
Para sentir melhor o céu na minha casa,
Plantei –a entre o mar e a montanha.
Se as ondas vêm rugir a meus pés, a horas mortas,
A lua desce a mim numa carícia estranha.
Bebo as estrelas de mais perto... Abraço
Todo o corpo do céu num simples movimento.
Como se envolvesse meu louco amor nesse momento
E, quando chove, sinto a torrente das chuvas
Trazendo da montanha, em seu penacho de águas,
Frondes, ninhos, calhaus e pássaros ao vento.
Eu sou uma enamorada da Vida!
Amo-a por tudo quanto ela me pode dar
E sonho que ainda posso um grande ganhar
A água fresca da fonte, a carícia da sombra,
E até a calma silenciosa e mansa
Desse crepúsculo que baixa devagar.
Em cada mão de folha a minha boca bebe
O orvalho da manhã como um suave licor.
Talvez tenha assim o gosto da boca do meu amor
E abro os pulmões, sorvendo em tudo o que me envolve
Essa onda de volúpia e de êxtase e perfume
O aroma desse homem
Que vem do amor e que me leva para o amor
Eu sou um enamorada da Vida!
E espero por um grande Amor
domingo, 11 de julho de 2010
Nada me dá Mais Saudade
Pra sentir saudade
Pra sentir falta que ele me faz em mim
Não preciso dessa manhã nublada
Cheia de poças na calçada pela chuva
Que insiste em cair com meu pranto
De saudade
Não preciso de uma noite serena e silenciosa
Nem de uma lua que bóia no céu vaidosa
Pra sentir a falta monstruosa que você me faz
Vidraça
Ficou apenas o véu da distância
Tão fino, tão frágil, mas desafiador
Esperando o momento exato
Pra ser levantado ou rasgado
Momento mais que desejado
Quem dará o primeiro passo?
Duvida!
Talvez hoje seja muito cedo
Porem ontem deixei passar e não revelei todo segredo
O segredo de um amor perfeito
Que já não cabe em si nem em meu peito
Eu sei que não importa o tempo
Porque terei eternamente inteiro
Talvez amanhã não precise dizer mais nada
Ontem foi nas águas passadas
E hoje é apenas um momento mais nada
Coletâneas de Poetas
Contar as histórias que ninguém quer escutar
Absorver as idéias que insistem em não querer saber
Ler novamente os livros que estão descansando na estante
Todas as cartas que como MARTA não enviei
Fazer da minha trajetória mais uma mera história
de capítulos breves ou inacabados
Ter alternativas ,múltipla escolhas como LIA falou
Perder a razão na poesia de LUCINDA deixar o amor calar minha boca
Queria ficar aqui perto do vento longe de tudo
Vendo a banda passar, o mundo dançando, começar a dieta de DRUMMOND
cheia de pólen de amor integral
Tirar a pedra no meio do caminho,
saber que os rouxinóis cantam versos na calçada de um desconhecido
Não correr atrás das borboletas QUINTANAMENTE falando
Recitar um poema meladinho no prado de ADÉLIA e cantar
Sagrar-me cavaleiro como VINÍCIUS
Queria apenas AMAR
Coletâneas de Canções
Ir parar na beira do cais
Em teus braços desvendar se a tarde é mesmo lilás
e o valor de um simples carinho
Sim eu daria muito mais pra Ter a paz do teu sorriso
E meu sonho realizar
Pra saudade mostrar como é sincero o meu amor
Reconhecer que você tb é tudo que me faltava
Sim eu daria tudo pra não sofrer calada como quem ouve uma sinfonia
Ir pra onde estiver o sol já que é primavera há portas e janelas aberta
e quando o outono chegar estarei junto a ti
Ter o teu amor como meu melhor amigo
Sim eu daria tudo pra não te ver cheirando ópio pra aliviar a dor
Nem quero ser teu café pequena
Nem viver um sentimento sem sentido
E ao mesmo tempo não te amar bem mais que a mim
Sim eu daria tudo pra que não fossemos dois rios inteiros sem direção
Criar raiz acender de vez
Ter teu nome nas águas do amor que corre deslizando em Paz
Sim eu daria tudo pro meu mundo
que é você e nada mais
CArtas
Nem outras com tantas explicações
Eu não quero mais a casa vazia
A dor estampada na minha poesia
Por favor não mande de volta a minha fotografia
Não me diga que tudo não passou de uma fantasia
Porque meu sentimento não é um carnaval nem folia
E eu ainda não perdi a razão
Seja um pouco coerente
Olhe bem na sua frente
Eu não quero nada de volta a não ser você
Mas no entanto se não for possível
Esse amor for incorrigível
Mande de volta meu coração
Porques?
Tanta angústia, medo
Se as respostas estão tão perto dentro de você na sua frente?
Porque essa fuga descontrolada...
Se continua deixando a alma aprisionada
O coração encarcerado a consciência pesada?
Gostar de você
Se nem sei quem é direito?
Se ainda sei tão pouco de você
Se esta certo apenas dentro do meu peito
Como posso ficar pensando
o dia inteiro sonhando
Se nunca lhe vi
nem sei qual o teu cheiro
Como posso lhe descrever tão completamente
Com riqueza de detalhes
Nem sei como é direito tua aparência
Nem quais são tuas verdades
Como posso me identificar com alguém
Com tantas poucas coisas que sei
Como desejar um beijo
Se nem sei se me percebeu também
As flores invadiram a rua
Fizeram do asfalto um jardim
Rachaduras por todo lado fazem um tapete de jasmim
As luzes se apagaram
Agora as lâmpada são estrelas e os postes solitários se transformaram em trepadeiras
AS buzinas e sirenes não tocam mais
Dando lugar a sinfonia de pardais
E a lua que de fazes se dividia
Agora brilha todo dia
terça-feira, 22 de junho de 2010
Dismestifiando
Não é nenhum dia especial
Nem uma data importante
Nada aconteceu de novo
E eu ainda sou como antes
A lua ainda brilha da mesma forma
Nossa!! E como ela brilha sempre toda prosa
O sol nasce todas as manhãs menos em dias nublados
Ainda escuto as músicas de Djavan que hipnotiza
E Jobim ainda toca na minha memória ao piano; Luiza
As túlipas vermelhas ainda nascem por todo canto
O meu coração de cristal que me deste ainda descansa na cabeceira
Minha poesia também não muda
Tem quase sempre o mesmo começo e dissertação
O final fica sempre em aberto
Continuo escrevendo muito, dormindo pouco, lendo demais
Meu perfume ainda é o mesmo
Só ainda não tenho você por perto
Nem uma data importante
Nada aconteceu de novo
E eu ainda sou como antes
A lua ainda brilha da mesma forma
Nossa!! E como ela brilha sempre toda prosa
O sol nasce todas as manhãs menos em dias nublados
Ainda escuto as músicas de Djavan que hipnotiza
E Jobim ainda toca na minha memória ao piano; Luiza
As túlipas vermelhas ainda nascem por todo canto
O meu coração de cristal que me deste ainda descansa na cabeceira
Minha poesia também não muda
Tem quase sempre o mesmo começo e dissertação
O final fica sempre em aberto
Continuo escrevendo muito, dormindo pouco, lendo demais
Meu perfume ainda é o mesmo
Só ainda não tenho você por perto
Sem controle
Me deixe então sozinha com a minha poesia
Se não tenho como gritar,
Minha voz não chegaria aos quatro cantos, então vou escrever
Quem sabe alguém possa ler e lendo absorver e entender?
Não . não tente me impedir
Deixe-me sossegada na minha euforia
Ela não é ilusória
Eu sei que muitos a querem
Então ela não é só minha e nem imprópria
Não , não tente me dizer
Que não posso que não deveria
Porque não tenho medo ,nem covardia , saia não apague o que escrevo
Não, não vou me conter, nem há quem me impeça de ser o que sou,
De fazer o que faço
Vou continuar por onde for
Porque acredito inteiramente no amor!
Noturno
Abraço a noite
E não vem o sono
Apenas dorme quem não tem amor
Acordada, sonho
Meus pensamentos pedem passagem
Minha alma devaneios
Flores soltas em aroma e cor
Dorme apenas quem não tem amor
Casa Vazia
Casa vazia uma cadeira na varanda
O vento soprando ,luzes acessas nas janelas vizinhas
È noite de lua cheia
Eu recostando o pensamento cansado de voar tão alto,
De correr pra tão longe cruzando estradas , montes
Casa vazia, noite serena e fria
Coração batendo em tom alto
Como meu vôo ao infinito
Distante prossigo sem sair do lugar
Outono
Outono
O outono tardio se faz
Bosques vazios
O chão um tapete de folhas secas
Um rio inerte pelo frio
O coração quase parando repleto de incertezas
De certo apenas esse desejo meu desatino
Amor Sem Fim
Há uma luz, um brilho que não morre
Um algo mis que não se apaga
Um som que ecoa longe e tão perto
Em meu peito vazio e repleto
Repleto de amor
O teu olhar não morre
Teu sorriso não se apaga
Tua voz ainda escuto por todo o canto
Amor que não se acaba
Perfil
Perfil
Sou uma mescla
Uma mistura na luz da Lua
Sou o mel, do pólen a cor
Para uma abelha mal avisada sou uma flor
Sou uma espera, uma porta sempre aberta
Sou inteiramente amor
Essa Noite
Essa noite eu queria ficar assim;
Deitada em teu colo
Eu queria apenas ficar assim
Lua lânguida, sombras, sonhos, almas afins
Essa noite eu queria teu ´perfume
Deitada em teu colo
Eu queria apenas teu perfume
Amadeirado, adocicado que invade
Essa noite eu queria ouvir teu coração
Deitada em teu colo
Ouvindo apenas teu coração
Suave , suave
Como vento lá fora
Essa noite eu queria que fosse verdade
Deitada em teu colo
Eu queria apenas que fosse verdade
Teu colo, teu coração,você
que é minha felicidade
domingo, 6 de junho de 2010
Amor sem fim
Eu perdi o controle da poesia
Ela mesma se deita no papel por mim
Porque meu peito
Virou vazante tão inconstante que transborda amor sem fim
Ela mesma se deita no papel por mim
Porque meu peito
Virou vazante tão inconstante que transborda amor sem fim
Controle
Eu posso mudar meu caminho
Mudar a aparência a posição do relógio na parede
Mudar meu lugar à mesa
Eu posso trocar de roupa tantaas vezes que eu puder
Posso trocar as estações do rádio
Trocar o garfo por colher
Eu posso tomar qualquer decisão, certa ou errada
Posso tomar café ou água gelada quem sabe até uma limonada
Eu posso dominar a situação
Mas no entanto virei escrava do amor que tomou conta do meu coração
Mudar a aparência a posição do relógio na parede
Mudar meu lugar à mesa
Eu posso trocar de roupa tantaas vezes que eu puder
Posso trocar as estações do rádio
Trocar o garfo por colher
Eu posso tomar qualquer decisão, certa ou errada
Posso tomar café ou água gelada quem sabe até uma limonada
Eu posso dominar a situação
Mas no entanto virei escrava do amor que tomou conta do meu coração
Amor perfeito
Bate no peito amor perfeito
Que não tem jeito
De silenciar
Bate tão alto que nem amplificador
Tem como se comparar
Amor no peito em mim fica do lado esquerdo
Mas é em todo peito que faz pulsar
Pulsa aqui e no corpo inteiro
Faz estremecer faz delirar
Nasce no jardim bem lá no meio
Como flor ...Amor perfeito
Também tem lugar no canteiro do amor
Recebe em troca um jardineiro um poeta ou doutor
Esse querer aventureiro
Não importa quem se foi hoje ou ontem
Seja na mulher ou no homem
O que realça e o perfeito amor
Que não tem jeito
De silenciar
Bate tão alto que nem amplificador
Tem como se comparar
Amor no peito em mim fica do lado esquerdo
Mas é em todo peito que faz pulsar
Pulsa aqui e no corpo inteiro
Faz estremecer faz delirar
Nasce no jardim bem lá no meio
Como flor ...Amor perfeito
Também tem lugar no canteiro do amor
Recebe em troca um jardineiro um poeta ou doutor
Esse querer aventureiro
Não importa quem se foi hoje ou ontem
Seja na mulher ou no homem
O que realça e o perfeito amor
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Verde Ramaria
Verde Ramaria
Que me concede mais uma poesia
E pela estradinha desenhando em ziguezague aterrada
Lá se vai a Romaria
Tão longe vai que já nem mais escuto a cantoria
Clamando e chorando seus ais na languida melodia
Agora nesse momento sinto apenas a aragem,
balançando um sino preso na janela
E um pequeno giro do cata-vento de folhas de seda amarela
A verde ramaria ainda brilha tendo a ventania nas folhagens
Logo anuncia uma chuva ao entardecer
E me concede novamente força pra caneta fremente escrever
E assim a chuva desce assentando o pó da estradinha ao longe
No ziguezaguear encharcando a verde ramaria
dando viço as folhagens e aos pastos fertilidade
E vida a poesia
Ei! Alguém corre lá no quintal, pra tirar as roupas pendurada e já encharcadas no varal
E depois entre na varanda , que a chuva não abranda e já é temporal
E pela vidraça eu contemplo ,ouvindo o cantar do vento a paisagem acinzentada
E mesmo o tempo fechado
Pela vidraça separado
Ainda entra o aroma de terra molhada
E a verde ramaria como nunca se esconde
Traz inspiração aos montes
De mais uma rascunhada
Que me concede mais uma poesia
E pela estradinha desenhando em ziguezague aterrada
Lá se vai a Romaria
Tão longe vai que já nem mais escuto a cantoria
Clamando e chorando seus ais na languida melodia
Agora nesse momento sinto apenas a aragem,
balançando um sino preso na janela
E um pequeno giro do cata-vento de folhas de seda amarela
A verde ramaria ainda brilha tendo a ventania nas folhagens
Logo anuncia uma chuva ao entardecer
E me concede novamente força pra caneta fremente escrever
E assim a chuva desce assentando o pó da estradinha ao longe
No ziguezaguear encharcando a verde ramaria
dando viço as folhagens e aos pastos fertilidade
E vida a poesia
Ei! Alguém corre lá no quintal, pra tirar as roupas pendurada e já encharcadas no varal
E depois entre na varanda , que a chuva não abranda e já é temporal
E pela vidraça eu contemplo ,ouvindo o cantar do vento a paisagem acinzentada
E mesmo o tempo fechado
Pela vidraça separado
Ainda entra o aroma de terra molhada
E a verde ramaria como nunca se esconde
Traz inspiração aos montes
De mais uma rascunhada
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Pescador
vou deixar de ser trovador
e vou pescar emoção
e vou sonhar como pescador
fisgar um meigo coração
Um meigo coração que já foi fisgado
Mas que pelo pescador ainda não foi notado
Um pescador que sonha
E que trova sem temor
Que pesca e escreve com o anzol lindos versos de Amor!
Parceria com o amigo Pedro!
e vou pescar emoção
e vou sonhar como pescador
fisgar um meigo coração
Um meigo coração que já foi fisgado
Mas que pelo pescador ainda não foi notado
Um pescador que sonha
E que trova sem temor
Que pesca e escreve com o anzol lindos versos de Amor!
Parceria com o amigo Pedro!
Silêncio das águas
No silêncio das águas
O poeta pesca muito mais que palavras, pesca emoção
Que estão sutilmente mergulhadas
no fundo de um rio lançadas , junto a solidão
O poeta pesca muito mais que palavras, pesca emoção
Que estão sutilmente mergulhadas
no fundo de um rio lançadas , junto a solidão
A Poesia
Não entristeça ,minha poesia
Ela não é só minha, é do mundo
Ela não é só sua é de todos
É o que eu tenho de mais profundo
Não machuque mais minha inspiração
Ela não me pertence
Ela vem de tudo que vejo e vivencio
Da minha escrita você não é o único caminho
Ela não é só minha, é do mundo
Ela não é só sua é de todos
É o que eu tenho de mais profundo
Não machuque mais minha inspiração
Ela não me pertence
Ela vem de tudo que vejo e vivencio
Da minha escrita você não é o único caminho
Não vou me calar
Quando encontro teus olhos o mundo lá fora silencia
Tenho tanto a dizer mas também me calo e nasce mais uma poesia
Me calo porque tenho medo de falar
Mas se o mundo se cala e você sorrir, é sinal que você não quer ler quer me ouvir
Quando seus olhos me encontrarem novamente
Não vou me calar
Vou falar que te amo incondicionalmente
E sempre vou te amar!
Tenho tanto a dizer mas também me calo e nasce mais uma poesia
Me calo porque tenho medo de falar
Mas se o mundo se cala e você sorrir, é sinal que você não quer ler quer me ouvir
Quando seus olhos me encontrarem novamente
Não vou me calar
Vou falar que te amo incondicionalmente
E sempre vou te amar!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Campo de Girassol
vGirassol
Meus olhos se perdem
No infinito desse campo repleto de girassóis
Na esperança, na dança da luz na magia do vento
Na neblina da manhã
Nas flores que ainda irão crescer
Eu queria era voltar a ser criança
E por esses campos correr
Pra sentir o vento e os girassóis lambendo meu corpo acariciando sem medo
Eu queria voltar nesse lugar
Onde nunca fui
Onde apenas meus olhos foram fechados e sonhando.
Neblina
Eu viajo na neblina
De uma tarde escura e fria
Sentindo o cheiro de terra molhada
Vendo a chuva chegando e caindo sorrateira
Vejo o verde mais verde
O cinza descortinando a tarde
São cores de inverno em pleno verão na minha frente
E isso me acalma, renova faz os pensamentos se moldarem no seu tempo
E tudo entra em seu prumo
Uma tarde de neblina me faz companhia
Vou Dentro de Mim a Sombra Procurando(Fernando Pessoa)
Desenrolando dúvidas e certezas
Respostas talvez irei encontrando
Nesse meu vasto mundo insano
Procurando nas sombras ,procurando
Tudo vou espalhando , não me importando
Porque se cair depois vou catando
E cada coisa , desejos no lugar colocando
E cada vez mais me aprofundado
Até encontrar a mim mesma
Sem respostas me revelando
Sem saber de anda ainda continuo a sina
Procurando ...procurando...
Nele
É nele que me inspiro
Nesse amor infinito
Mesmo mal resolvido
Num sorriso tão lindo
Nesse olhar que eu acredito
È nele que me invento
Nessa verdade que só eu compreendo
Numa explosão de sentimento
Na fúria de um tufão, na suavidade do vento
Porque sei que não é só de momento
È nele que me acho
Nessa procura por fora e por dentro
Por todos os espaços
Num prazer que me dá inteiro ou em pedaços
Sem coincidências nem acasos
terça-feira, 18 de maio de 2010
Jardins de Monet
Em suas cores de outono menos florido
Ainda se mostra o jardim no mergulho na alma do pintor
O aroma guardado da primavera , das dança dos juncos
Na lagoa folhas então em sentinela
Numa ponte pequena de madeira esverdeada
Com a mesma pintura tens a casa e todas as janelas
A primavera ainda se faz distante mas as flores ainda brotam no mistério elegante
Jardim de Monet, fica na França na cidade de Geverny, onde foi moradia do Pintor por muitos anos!
Hoje os jardins estão abertos a visitação!
Aos seus Olhos
Ainda me tortura a idéia
O simples fato de você não acreditar
Suspeitando do meu sentimento
O real sentido do verbo amar
Longos dias passo a pensar
Horas a fio tentando entender
O que preciso fazer?
Só peço mais uma chance
Só uma apenas
Esperando que você aceite
Um amor puro e verdadeiro
Seus olhos poderão sim entender
Meus olhos
De olhos abertos sonho
E ao fecha-los disfarço
Meu olhar tristonho
E assim meu sonho vou compondo
Sem me importar se chove,
se faz sol ou se há ou não ventania
Eu sonho apenas ... sonho junto a poesia
Tragédia
A minha tragédia é só minha
Não queiram partilhar, sou egoísta até na dor
Porque minha dor ninguém entende nem podem carregar
Condenada eu fui a esse amor
Dias e noites
Dias e noites...
Dias e noites e madrugada
Quente, silente , embriagada
Hora , minutos e segundos
Que se arrastam, passam vagarosamente sem você
E tudo é quase nada
Como mergulhar no rio de águas turvas ou claras
Vir a tona molhada com a alma seca desenfreada
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Folhas Secas
Porque você acabou com a minha ilusão?
Que alimentava meu coração
Deitada fiquei em folhas secas
Na aridez de uma primavera intensa
Que o verão e outono varreram
Assim como teu desprezo
Que atingiu meu coração em cheio
Mulher Feliz
Só porque preciso desse amor urgente,
pra poder seguir enfrente
Para me sentir livre e contente
Pra que a paz que procurava seja presente
Pra fazer luzir manhãs de sol ausente
Pra fazer brilhar a noite uma estrela cadente
E que a lua brinde intensamente
Pra adormecer suavemente
Nesse dia queria lhe deixar por escrito
Um verso bem bonito
Porem não sei se consigo
Talvez saia algo de improviso
Também queria te oferecer as mais linda rosas
De cores completamente diferentes
E com um aroma eloquente
Nesse dia queria te agradecer
Pelas noites mal dormidas
Pela mão sempre estendida, pelo carinho e compreensão
E porque não dos puxões de orelha , das risadas e brincadeiras
E por me esperar sempre com um sorriso no portão
Mãe nesse teu dia tb quero lhe pedir desculpas
Por alguma palavra dita sem pensar
Pela falta de entendimento e se algum dia de tristeza lhe fiz chorar
minha filha é uma moça de verdade e isso me traz a maturidade
de entender o amor maternal
Nesse teu dia, de onde estiver , se que por mim ainda estar a zelar
E mesmo tendo a saudade no lugar da tua física imagem, perto ainda te sinto
Como meu verdadeiro abrigo,estará sempre comigo
Até novamente te encontrar
DEDICO ESSA PEQUENA HOMENAGEM A MULHER MARAVILHOSA QUE FOI É E SEMPRE SERÁ.
MINHA QUERIDA E SAUDOSA MÃE.
sábado, 1 de maio de 2010
Amor de Outono
Amor de Outono
Coleção de poemas e poesias entre elas:
-Juras de Amor
-Coração de outono
-A lua não me basta
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Sentimento de poeta
Sentimento de poeta:Poemas e poesias no total de 20 textos entre eles:
-Sentimento de poeta
Feliz Natal
-Nada posso
-Amargura
terça-feira, 27 de abril de 2010
HISTÓRIA DE AMOR
História de amor, coleção de 43 poemas e poesias.entre elas:
-Luiza
_Não sei nada
-Fuga
-Meu mundo...etç
-Luiza
_Não sei nada
-Fuga
-Meu mundo...etç
segunda-feira, 26 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
DESENCANTO
Desencantou...
É título de livro
É pausa num retrato colorido
É rima de poesia
É pintura numa tela vazia
É mar que quebra na praia infinda
É canções tocadas de encontros e despedidas
É aroma das sempre vivas
É frescor da lua refletida
É saudade infinita
É dor oculta escondida
É título de livro
É pausa num retrato colorido
É rima de poesia
É pintura numa tela vazia
É mar que quebra na praia infinda
É canções tocadas de encontros e despedidas
É aroma das sempre vivas
É frescor da lua refletida
É saudade infinita
É dor oculta escondida
JANELA PARA O MUNDO
O que vale mais que esse poema?
O que vale mais que ver a açucena caindo tão pequena,?
Um colibri sobrevoando o jardim?
O que vale os segredos nas rimas ,nos decassílabos?
Talvez seria mais valiosa a rosa que nasce na rua
Pulsando no asfalto do que aquela que enfeita o centro da mesa
O que vale são coisas tão pequenas
Que vale mais que esse simples poema,
Abrindo a janela para o mundo
Inteira
Eu já mergulhei bem fundo do que se poSSa imaginar
Já voei tão alto que jamais poderia alçar outro vôo igual
Já fui bem mais além dos limites desse quintal
Dessa estrada desse mundo
Tirei os pés do chão
Ou talvez tenha tirado o chão pra pisar nas nuvens
Sem perder o fôlego,
Sem perder o rumo
Sem me perder
sábado, 17 de abril de 2010
Coração Pela Metade
Meu coração já não é inteiro é pela metade
Vivo de lá pra cá, perdido nesse canteiro
Se dispersou no nevoeiro numa gota de orvalho, no vento aventureiro
Pobre do meu coração que no momento derradeiro,
você partiu estradeiro e eu fiquei sem razão
Tudo igual
Vou deixar tudo no mesmo lugar, na esperança de um dia você voltar
E vai encontrar tudo igual,
A mesma lua cheia refletindo inteira ou meia em qualquer situação
Verá as estrelas cintilando até mais vezes o aroma da saudade
Até as flores exalam o perfume de lavanda e decoram de multicores a varanda
Ele cai encontrar tudo no mesmo lugar
Todas as fotografias em seus porta- retratos
O mesmo peso de papel na mesinha colocado
E ira ouvir o mesmo som que imortaliza ,com Tom tocando ao piano Luiza, dos piados dos pássaros na beirada da janela
No outono, no verão e nas batidas frementes do meu coração
Apaixonado e eloquente arrebentando de amor e paixão
Novamente amar
Novamente cartas lidas e relidas
Fotografias jogadas
A esmo procurando entender
Passando as horas na tentativa de saber o que aconteceu contigo
O que se perdeu em mim
De certo nada é impossível
E a qualquer tempo vou encontrar
Tudo que não foi possível
Tudo pra novamente amar
Fotografias jogadas
A esmo procurando entender
Passando as horas na tentativa de saber o que aconteceu contigo
O que se perdeu em mim
De certo nada é impossível
E a qualquer tempo vou encontrar
Tudo que não foi possível
Tudo pra novamente amar
Forte e inseguro
Sim é no silêncio da noite,
que as corujas cantam
que todos os sons se aglutinam
E consigo ainda assim ouvir o coração descompassado
É no vazio da alma que se sente a brisa noturna
O aroma de maresia
Entrando pelos poros na varanda escondida
Sim é no clarão da lua,
Que o amor se espreita
Esconde suas armadilhas
De colmeias adocicadas
De uivos das matilhas
É na dança das horas
Na mistura dos fusos
Na mescla de tudo
Deixando o corpo forte e inseguro
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Boa Noite,Bom Dia
vHoje me vejo tão diferente do que um dia
Pensei Ter sido
Sou um violão plangente
Sou um dó sustenido
Que se senta lá nas vagas do tempo que se despersa na ventania
E das mãos só escorre poesia
Agora se faz tarde amanhã levanto cedo
Boa noite agora até amanhã e Bom dia!
Pensei Ter sido
Sou um violão plangente
Sou um dó sustenido
Que se senta lá nas vagas do tempo que se despersa na ventania
E das mãos só escorre poesia
Em cada verso um segredo
Que continuo guardando nas entrelinhas
Agora se faz tarde amanhã levanto cedo
Boa noite agora até amanhã e Bom dia!
Oração para as Solteiras
Santo Antônio me dê um namorado
Carinhoso , fiel sem ser casado
Que celebre cada data importante
E me atenda antes, depois e durante
São Valentim, ser rico não carece
Mas pobretão ninguém merece
Que não associe férias com anzol
E deteste jogo de futebol
Santo Expedito tudo é possível
Que seja forte meigo sem ser gay
Que casar lhe seja algo factível
Que nunca diga : “Eu te avisei’
São Longuinho quem te procura acha
Não permita que ele fale: menas
Ou tenha as unhas sujas de graxa
Se beber, que seja uma dose apenas
São João, paciência é essencial
Que ele adore minha mãe por favor
Na cama amante profissional
A TPM, trate com amor
Meu Pai do Céu Permita que eu peque
Faça com que a fonte nunca seque
Livrai-me, pai de crises passionais
Amém
Será que eu pedi demais ?
Carinhoso , fiel sem ser casado
Que celebre cada data importante
E me atenda antes, depois e durante
São Valentim, ser rico não carece
Mas pobretão ninguém merece
Que não associe férias com anzol
E deteste jogo de futebol
Santo Expedito tudo é possível
Que seja forte meigo sem ser gay
Que casar lhe seja algo factível
Que nunca diga : “Eu te avisei’
São Longuinho quem te procura acha
Não permita que ele fale: menas
Ou tenha as unhas sujas de graxa
Se beber, que seja uma dose apenas
São João, paciência é essencial
Que ele adore minha mãe por favor
Na cama amante profissional
A TPM, trate com amor
Meu Pai do Céu Permita que eu peque
Faça com que a fonte nunca seque
Livrai-me, pai de crises passionais
Amém
Será que eu pedi demais ?
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Presa no ônibus
O dia em que o Rio de Janeiro parou.
Não sabia que depois de pegar o ônibus embaixo de muita chuva e sob um rio de lama, o tormento ainda estava pra acontecer!
Pensava em descer na estação do Metro , mas quem disse que consegui descer. A água já tinha chegado na estação cobrindo os primeiros degraus.
Resolvi então seguir viagem de ônibus mesmo embora soubesse que passava em áreas complicadas, escuros e principalmente alagados. Graças a experiência do motorista conseguimos passar com muita dificuldade, era muita chuva o trânsito estava tb um caos. Conseguimos chegar na Av: Maracanã entrando em direção a São Francisco Xavier...Ai ficamos parados sem saber o motivo...Passava que poderia ser algum acidente ou carros enguiçados .Ai ficamos quase duas horas parados, já eram 21horas ,os alunos da UERJ já estavam saindo das aulas. Éramos em 4 mais o motorista. Uma das passageiras resolveu seguir a pé, descendo do coletivo acabou levando uma queda. Víamos as pessoa caminhando descalços com as calças molhadas na altura do joelho e chegamos a conclusão que o Rio Maracanã tinha transbordado.
Sem Ter mas nada o que fazer, alem de rezar e atender celular com os parente pedido notícias, começamos a conversar entre si na tentativa da hora e o nervoso passar. A sorte que queríamos todos para o mesmo lugar.
Nisso sobe mais uma passageira (Rose) que tentou passar de taxi ,porem sem sucesso, resolver continuar de ônibus.
Parecia que algo mais grave tinha acontecido, porem ao chegar mais adiante podemos perceber que tudo estava mesmo alagado , água por todos os lados , e onde não havia alagamento o trânsito era o causador do tormento. Nesse momento mais um senhor entrou no coletivo (Seu João) que seguiu viagem conosco.
Conseguimos chegar até o Largo da Segunda-feira por volta das 2 horas da madrugada de Terça-feira
Nesse ponto a água estava na altura do joelho de quem se aventurava a seguir viagem a pé e nesse mesmo lugar sem ainda saber iria passar a noite.
A fome e sede começou a bater forte e o jeito era pedir a um Bar se poderia trazer algo até o ônibus. Um dos funcionários gentilmente nos serviu de refrigerante e biscoito .O medo e receio de adentrar a água suja era grande , mesmo porque um rapaz já tinha levado um choque o que nos causou um grande susto pois acreditávamos que ele teria sofrido uma crise epiléptica .
Na verdade foi um choque no entanto os porteiros de prédios vizinhos conseguiu resgata-lo.
E assim a madrugada foi avançando , e para passar o tempo já que não conseguíamos dormir conversávamos , trocamos telefones .... tentávamos orientar as pessoas que andavam pelas águas a não passar perto da área onde o rapaz tinha se acidentado. Ali presenciamos tantas coisas, dois rapazes passaram de bote nos filmando e registrando tudo que viam pela frente.
O dia clareou .porem a água não baixava ,pois a chuva dava uma trégua mas quando caia vinha muito forte.
Ainda ficamos mais uma hora nesse ponto, era carros na contra mão coletivos fora do seu itinerário , pessoas sem rumo completamente desorientadas.... um terror de verdade. Depois de muito sufoco, fome sono cansaço , e de passar quase 14 horas chegamos no nosso destino
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