terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Casa do espinheiro


Uma casa não é apenas uma montoado

de tijolos telha,madeira cimento

é muito mais pois quando isso é habitado e se torna um lar

Nasce então sentimento


E ela se harmoniza ganha espírito,ganha vida e passa a fazer parte do nosso caminhar


AH Velha Casa Do Espinheiro!

Como a amamamos tanto

Representa a força o prumo

Nosso refúgio,porto seguro...nosso canto


Quantas lembranças,quantas recordações

Alegrias e risdos,lágrimas e segredos se fundem nessas paredes

Nas quatro gerações que acolheste


Nos eramos uma grande famíliae tu ...casa,era tão pequena

Solta pelo jardim,eu vendo que o coração falou mais alto

Que a compramos num sobresalto


Eu sabia que era contigo

Que queriamos morar eassim felizes seriamos

Era nossa primeira casa

fizemos tantos planos,plantamos árvores,flores

Criamos os filhos..realizamos sonhos


Lá no jardim plantamos uma mangueira e debaixo dela um banco

Depois do jantar e nas tardes de domingo,sentavamos de mãos dadas vendo as crianças correndo pra lá e pra cá

Tinhamos até tempo de namorar

Alías foi esse principal motivo que qui compramos o banco


Mas nada é eterno

Um dia meu amor se foi de verdade

A tristeza caiu em nossas vidas decerto,deixando saudade

Hoje sento no banco ao final da tarde

E a mesma presença ainda me invade

Quase posso to-calo de tão forte


Mas outras alegrias chegaram

vieram os netos,bisnetos

O jardim se enche de alegria

E assim rendo essa homenagem

a asa Do Espinheiro com poesia

sábado, 27 de dezembro de 2008

Sala de Jantar

O quadro da minha sala
Não tem mais a Santa Ceia
Nem pratos vazios pendurados nas paredes
Os talheres de prata não tinem mais
Essência de sal
Uma garrafa de vinho,uma taça de cristal

Quem me dera
Descortinar a voz materna
Chamando pra refeição

A parede branca hoje
Comprime soluços
Castiçais apagados meu destino no centro da mesa
Num vaso de musgos

Não dou licença p/ o amor passar

Não vou dar licença para o amor passar
quero que ele chegue ,entre pela porta da frente,
coração escancarado,sente-se aqui do meu lado
Seja Bem-vindo,num domingo ou feriado
Mas não venha de passagem
Venha pra ficar
Sinta-se a vontade...faça bagunça,loucuras,arruaça
Nada que vem ,chega de graça
Tenho que esse preço pagar
Quer uma cachaça,ouum pouco de garaná?
Mas sinta-se em casa e venha pra ficar....
Não vou dar licença para o amor passar
Mas quero que venha inteiro sem ter que segurar
Nada dessa história de sobras e migalhas
Não dá pra continuar de recordações e de ressaca
Pode trazer tempestades e vulcões
Não o quero impossível ,quero o imprevisível
Viver de emoção me surpreender,quero me admirar
Seja bem vindo sim,mas que venha pra ficar
Não vou dar licença para o amor passar
Quero que venha e permaneça
Não quero que fique na saudade e de saudade envelheça
Quero dela a diferença,não importa crença ou cor
Por isso não dou licença...
Seja bem-vindo: AMOR!
**************************
BASEADO NA FRASE :ONDE ESTOU QUE DOU LICENÇA PRA O AMOR PASSAR"(VIVIANE CABRAL)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Lágrima Não Mente




L agrima teimosa que tento segurar

A parece em meus olhos derepente sem disfarçar

G arimpando a dor,brotando no peito

R edemoinho de saudade e desejo

I mpulsionando gota a gota ,não tem jeito

M entira seria dizer que não sinto

A tristeza desse amor infindo


No meu coração vai consumindo

A usência que meu corpo sente

Oh meu DEUS! a lágrima não mente


M esmo eu tentando sufocar

E u não sei mais como mostrar a falsa alegria

N em escrever outra forma de poesia

T enho mais é que aceitar

E a lágrima que é verdadeira,deixar pela face rolar
♥Por Mell♥

Um Barquinho de Papel


Essa noiteassim me fala

De u rio Que por aqui passava

E nele toda saudade era lançada

Em barquinhos de papel pautado

Em cada linha manuscrista

Levava aqula frase destinta

Tenho saudades!!


Essa noite ainda me questiona:

Será que o barquinhos chegam ao seu destino?

Ou um atalho chegam a Roma?

Será que encontraram outro apaixonado outro trovador como destinatário?


Talvez melhor seria

Meus bilhetinhos engarrafar

Mas quantas garrafas lançadas foram encontradas no mar?

Eu nunca as encontrei


E´mais ffácil então

Eu perder esse medo de vida

Escrever um trilhão de poesias

e partir pra sua companhia

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Brisa Aventureira


B RISA FRESCA ME ENVLOVE

R EFLEXO DESSA MINHA LOUCA SAUDADE

I GUAL MARÉ CHEIA QUE INVADE

S OPRANDO AS LÁGRIMAS SECANDO O PRANTO

AINDA QUERO DIZER QUE TE AMO


A VENTURANDO MEU CORAÇÃO

V ENTANIA QUE VEM LÁ DO SUL

E NCANTTO É TUA VOZ COMO POESIA

N ESSE TEU FALAR DIFERENTE

T RAZENDO A TONA A SAUDADE

U M QUWERER URGENTE

R EINTERO A MINHA VONTADE

E SPERANDO VC A TODO TEMPO

I MAGINO VOCÊ VOLTANDO NO ENTANTO

A INDA QUERO DIOZER QUE TE AMO

Rondel da dor!


[b]Rondel da dor!
Essa é dor que você me causou

Essa não tem cura ...ainda faz doer

Meu coração vazio e cheio de lembranças

Dói no simples espaço de bater


Eu perdida me sinto ferida

Nessa estrada sem destino sem você

Essa é a dor que você me causou

Essa dor não tem cura... ainda faz doer


É dor infinita sem ser cicatrizada

Que a cura longe está

Imagem tua face imortalizada

Na tempestade que serenou, mais não acabou

Essa é a dor que vc me causou!
-:-Por Mell-:-

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Pura verdade do amor


P or você faria tudo diferente
U m dia eu erreri ,mas quem não erra?
R abisquei esse amor
A mor tão puro e real


V ocê nesse teu jeito reticente
E u no meu tão complacente
R azurei até mesmo meus desejos
D e alma apaixonada desesperei
A ssim nosso amor se machucou ou eu mesmo machuquei
D iante dos teus receios
E u pensei que poderia ser covardia


D escrever o medo em poesia
O stentando e desfarçando em fantasias


A gora ficamos assim cada qual no seu canto
M aquiando a dor no coração
O nosso sentimento destroçando
R elutando contra a emoção

Um olhar

Olhar nos olhos
Sorrindo sem nada dizer
O próprio momento já diz tudo
Nem preciso responder
Nem preciso responder
Se o olhar já nos entrega
Nascente dessa paixão
Reluzindo na primavera
Reluzindo na primavera
Nem assim encontro as palavras certas
Ainda bem que restou nosso olhar
Nele tudo mais, se concerta


Nele tudo se concerta
Pois eu sempre me atrapalho
Digo coisas que não devia
Me perco como cartas num baralho
Me perco como cartas no bsaralho
Mas você logo me ajuda
Me perdoa sem pensar
Então não falo fico muda

Então não falo fico muda
Apenas olhando em seus olhos
VocÊ meu anjo de candura
Você é o homem que eu gosto

Manhâs Grávidas de Poesia

M ais uma manhã reluzente
A inda estou aqui sentada vendo a minha frente um mar infinito
N ada pra fazer somente ficar aqui sentada pensando e poetizando
Hoje td é uma gostosa nostalgia
A té mesmo a saudade
S erena como o mar sem ondas turbulentyas e bravias
G aivotas voando baixo
R abiscando o céu azul
A ndorinhas tomatam seu rumo de assalto
V oando alto em bandos para o sul
Imagino mais uma poesia a nascer
D ecassílabos ,acrósticos trovas
A té quem sabe um rondel?... a inspiração não se esgota
D ia lindo esse e vou contemplando
Esboçando todo meu sentimento
P arece gerar o mundo no ventre
Ostentando tanta beleza
E screvendo a história dessa manhã faceira
S alpicando um pouco de sal
I sso com certeza não faz mal
A té parir mais uma poesia atemporal

-:-Por Mell-:- 14/11/2008
BASEADA NA FRASE DO MEU AMIGO JL"MANHÃS GRÁVIDAS DE MARESIA

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Coração roubado


Não tem mais volta
Entreguei meu coração
A minha alma se revolta
Por não ser dona mais da sua emoção
Não sou dona nem das minhas vontades
Tudo que faço faço por ele sem perceber
Nele se estaciona a minha imagem
Espelho que só reflete você
Mas ele se mostra indiferente
Pra ele tanto faz
Meu peito se recente
Por esse ladrão que levou a minha paz
Queria meu coração de volta
Porem saiba que impossivel é
Amenizo então minha revolta
Vlotando a minha atenção na minha fé

A flor branca que fala


A flor branca que fala
Fala com ardor
Usando a poesia como instrumento
Do seu verdadeiro sentimento
Que se chama amor
E o perfume que nas entrelinhas exala
è de flor de laranjeira apaixonada
Por um poeta fascinante
deixando a alma embriagada
E esse querer mais constante
A flor branca que fala
TE deixa a alma aflita
Ela teu coração enlaça
Fazendo bagunça e arruaça
Em um pequeno laço de fita
Erradiando felicidade apenas num sorriso
Flor branca serena que arranca suspiros
Desse poeta encabulado arranca até
Confissões ao pé do ouvido
A flor branca que fala
Tem um olhar carinhoso e estontiante
Faz o poeta flutuar como passarinho
Amando como menino,,,anjinho
Por caminhos inéditos e sem destino

A flor que fala


AS rosas não falam já dizia Cartola!
Mas confesso que me tornei uma flor que fala nesse canteiro
Implorando por esmola um por um beijo
As flores falam...e me tornei flor de laranjeira
Amiga de um pé de jasmim,que quando me sinto sem eira nem beira
companhia me faz,nas noites sem fim...


As flores falam..e meu coração na minha haste pequena
Bate tão forte que a corda a flor de açucena
E todas se compadecem
Desse clamor dorido
Antes era contido
Mas agora eu grito
Mas ele fingi não ouvir
O som da minha voz
Não entendo o que ele pode sentir
Sendo indiferente nesse grito feroz


As flores falam...e eu de tanto falar, já rouca fiquei
Pedi a juda as magnólias , ao pé de roman as sempre vivas amareladas
Pra curar a minha garganta e gritar que por ele sou apaixonada

Nada digo...contradigo


Nada te digo
Quando eu quis falar , você se fez de surdo
Não quis ouvir meu amor,que pra ti parecias intruso
Agora se te quero ,é meu segredo de mais ninguém
Nem mesmo seu, nem sei se ainda é meu
se um dia te dei todo meu amor o que te dei foi por querer
Nem sei se era meu todo ou se restou algo aqui
E hoje destraidamente, tento esquecer nem sei se já esqueci
Nem sei como esquecer e pra que esquecer
Perdoe mas tenho que partir, ficar aqui não vejo motivo
Tb não sei se teria um motivo, uma intenção...
eu sei que me contradigo,esse pode ser um contundente perigo
Sou intensa em tudo que sinto, você intenso é mas tem receio
Receio da vida... simplesmente receio ou medo!
Mas chegou mesmo a hora, tenho que ir embora
Apesar de me doer tanto ,de me provocar o choro
Um pranto no canto dos olhos ATE

Porque?



Porque faz assim
Porque agir dessa forma?
Porque se esconder atrás dessa porta
Porque falar ao vento essas coisas,elas sim,chegam até aqui
Mas o que eu mais queria era poder te ouvir
Sem o vento como mensageiro
Sem ressentimento, se na verdade o que sinto por vc é amor
Queria tanto outra vez o calor da tua voz
Sentir o frescor do teu hálito
Porque faz assim?
Porque fugir dessa maneira
Pra que se esquivar? Quanta besteira...
Se na verdade você queria mesmo é gritar
Que sempre vamos nos amar

sábado, 1 de novembro de 2008

Amar


Não é vergonha amar e não ser amada

Desejar e não ser desejada

Sonhar e não ser o motivo de sonho pra alguém

Não é nenhuma vergonha

Porque no amor não há motivos pra vergonha

O amor é apenas uma entrega

E eu me entreguei pra vc

Entreguei meus sonhos pra vc

Mesmo não tendo retorno

Porque no amor nada se espera

Não é uma espera,talvez uma primavera que não chega!

domingo, 26 de outubro de 2008

Alma calma feliz



Eu quero ter minha alma feliz calma e serena
Eu quero o amor desse poeta
Eu quero o perfume da flor de açucena
Eu quero minha vontade indiscreta
Minha alma feliz calma e serena
E o amor desse poeta
o Perfume da flor de açucena
Minha vontade indiscreta

sábado, 25 de outubro de 2008

Flor Mulher

F rases soltas eu busquei
L uzindo em tua poesia
O stentando o que encontrei
R abiscando com harmonia

M usa desse poeta encantador
U ma flor que colorida é a pureza
L inda diz o autor
Homem que exalta a beleza
E s a flor preferida disso tenho convicção
R edobrando sentimento batendo forte o coração

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Um telefonema Ocupado




O telefone ocupado


O e-mail que não chega


Já são motivos pra ele ficar preocupado


Deixando descontrolado




Ele anda pra lá e pra cá


Sobre e desce senta levanta


Parece que o relogio não muda de lugar


Sua alma as horas castiga




O tel ainda ocupado parecia


Apenas um guardanapo e caneta por companhia


Sentado na mesa do restaurante do hotel


Ele escreve poesia


Jogando a saudade no papel




Mais uma tentativa daquele homem


Dessa vez o tel chama e encanta


E a voz do outro lado feliz responde


Era a doce voz da sua flor branca

Saudade de girassol


Só você pode causar

A dor da saudade que invade

U ma dor que atinge os girassóis

Distancia que queima e arde

a nciosos ficam sem calma

Dia e noite a esperar

E scalando em suas hastes ,a vontade de te encontrar


N o amanhecer chega logo o sol

O s girassóis ainda tristes e somtrios


C ade aquele homem?

A legre e festico

M enino,amigo e amante

P orto seguro

O nde, onde?


D esplicente um dia foi

E deixou tanta coisa pra trás


G irassóis já não dançam mais

I nevitavel não sentir tua falta

R abiscando a terra atrás do sol

R abiscando ela cartas e cartas

A h que pena que dá

S aber que até os girassóis sentem essas ausência

O nde quer que tu estejas

L igue volte com urgência