segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Brisa Aventureira
Rondel da dor!

Essa é dor que você me causou
Eu perdida me sinto ferida
É dor infinita sem ser cicatrizada
-:-Por Mell-:-
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Pura verdade do amor
P or você faria tudo diferente
U m dia eu erreri ,mas quem não erra?
R abisquei esse amor
A mor tão puro e real
V ocê nesse teu jeito reticente
E u no meu tão complacente
R azurei até mesmo meus desejos
D e alma apaixonada desesperei
A ssim nosso amor se machucou ou eu mesmo machuquei
D iante dos teus receios
E u pensei que poderia ser covardia
D escrever o medo em poesia
O stentando e desfarçando em fantasias
A gora ficamos assim cada qual no seu canto
M aquiando a dor no coração
O nosso sentimento destroçando
R elutando contra a emoção
Um olhar
Sorrindo sem nada dizer
O próprio momento já diz tudo
Nem preciso responder
Nem preciso responder
Se o olhar já nos entrega
Nascente dessa paixão
Reluzindo na primavera
Reluzindo na primavera
Nem assim encontro as palavras certas
Ainda bem que restou nosso olhar
Nele tudo mais, se concerta
Nele tudo se concerta
Pois eu sempre me atrapalho
Digo coisas que não devia
Me perco como cartas num baralho
Me perco como cartas no bsaralho
Mas você logo me ajuda
Me perdoa sem pensar
Então não falo fico muda
Então não falo fico muda
Apenas olhando em seus olhos
VocÊ meu anjo de candura
Você é o homem que eu gosto
Manhâs Grávidas de Poesia
A inda estou aqui sentada vendo a minha frente um mar infinito
N ada pra fazer somente ficar aqui sentada pensando e poetizando
Hoje td é uma gostosa nostalgia
A té mesmo a saudade
S erena como o mar sem ondas turbulentyas e bravias
G aivotas voando baixo
R abiscando o céu azul
A ndorinhas tomatam seu rumo de assalto
V oando alto em bandos para o sul
Imagino mais uma poesia a nascer
D ecassílabos ,acrósticos trovas
A té quem sabe um rondel?... a inspiração não se esgota
D ia lindo esse e vou contemplando
Esboçando todo meu sentimento
P arece gerar o mundo no ventre
Ostentando tanta beleza
E screvendo a história dessa manhã faceira
S alpicando um pouco de sal
I sso com certeza não faz mal
A té parir mais uma poesia atemporal
-:-Por Mell-:- 14/11/2008
BASEADA NA FRASE DO MEU AMIGO JL"MANHÃS GRÁVIDAS DE MARESIA
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Coração roubado

Entreguei meu coração
A minha alma se revolta
Por não ser dona mais da sua emoção
Não sou dona nem das minhas vontades
Tudo que faço faço por ele sem perceber
Nele se estaciona a minha imagem
Espelho que só reflete você
Mas ele se mostra indiferente
Pra ele tanto faz
Meu peito se recente
Por esse ladrão que levou a minha paz
Queria meu coração de volta
Porem saiba que impossivel é
Amenizo então minha revolta
Vlotando a minha atenção na minha fé
A flor branca que fala
Fala com ardor
Usando a poesia como instrumento
Do seu verdadeiro sentimento
Que se chama amor
E o perfume que nas entrelinhas exala
è de flor de laranjeira apaixonada
Por um poeta fascinante
deixando a alma embriagada
E esse querer mais constante
A flor branca que fala
TE deixa a alma aflita
Ela teu coração enlaça
Fazendo bagunça e arruaça
Em um pequeno laço de fita
Erradiando felicidade apenas num sorriso
Flor branca serena que arranca suspiros
Desse poeta encabulado arranca até
Confissões ao pé do ouvido
A flor branca que fala
Tem um olhar carinhoso e estontiante
Faz o poeta flutuar como passarinho
Amando como menino,,,anjinho
Por caminhos inéditos e sem destino
A flor que fala
AS rosas não falam já dizia Cartola!
Mas confesso que me tornei uma flor que fala nesse canteiro
Implorando por esmola um por um beijo
As flores falam...e me tornei flor de laranjeira
Amiga de um pé de jasmim,que quando me sinto sem eira nem beira
companhia me faz,nas noites sem fim...
As flores falam..e meu coração na minha haste pequena
Bate tão forte que a corda a flor de açucena
E todas se compadecem
Desse clamor dorido
Antes era contido
Mas agora eu grito
Mas ele fingi não ouvir
O som da minha voz
Não entendo o que ele pode sentir
Sendo indiferente nesse grito feroz
As flores falam...e eu de tanto falar, já rouca fiquei
Pedi a juda as magnólias , ao pé de roman as sempre vivas amareladas
Pra curar a minha garganta e gritar que por ele sou apaixonada
Nada digo...contradigo

Nada te digo
Quando eu quis falar , você se fez de surdo
Não quis ouvir meu amor,que pra ti parecias intruso
Agora se te quero ,é meu segredo de mais ninguém
Nem mesmo seu, nem sei se ainda é meu
se um dia te dei todo meu amor o que te dei foi por querer
Nem sei se era meu todo ou se restou algo aqui
E hoje destraidamente, tento esquecer nem sei se já esqueci
Nem sei como esquecer e pra que esquecer
Perdoe mas tenho que partir, ficar aqui não vejo motivo
Tb não sei se teria um motivo, uma intenção...
eu sei que me contradigo,esse pode ser um contundente perigo
Sou intensa em tudo que sinto, você intenso é mas tem receio
Receio da vida... simplesmente receio ou medo!
Mas chegou mesmo a hora, tenho que ir embora
Apesar de me doer tanto ,de me provocar o choro
Um pranto no canto dos olhos ATE
Porque?

Porque faz assim
Porque agir dessa forma?
Porque se esconder atrás dessa porta
Porque falar ao vento essas coisas,elas sim,chegam até aqui
Mas o que eu mais queria era poder te ouvir
Sem o vento como mensageiro
Sem ressentimento, se na verdade o que sinto por vc é amor
Queria tanto outra vez o calor da tua voz
Sentir o frescor do teu hálito
Porque faz assim?
Porque fugir dessa maneira
Pra que se esquivar? Quanta besteira...
Se na verdade você queria mesmo é gritar
Que sempre vamos nos amar
sábado, 1 de novembro de 2008
Amar

domingo, 26 de outubro de 2008
Alma calma feliz
sábado, 25 de outubro de 2008
Flor Mulher
L uzindo em tua poesia
O stentando o que encontrei
R abiscando com harmonia
M usa desse poeta encantador
U ma flor que colorida é a pureza
L inda diz o autor
Homem que exalta a beleza
E s a flor preferida disso tenho convicção
R edobrando sentimento batendo forte o coração
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Um telefonema Ocupado

Saudade de girassol

terça-feira, 21 de outubro de 2008
Saudade de girassol

segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Apenas quinze anos

A menina que ainda desabrochava
P or uma tragédia nos foi tirada
E ras botão que ainda despontava
N esse jardim de sonhos e fadas
A tua infância foi ceifada
S audades ficara agora doce menina
Q ue idade tão linda
U ma vida inteira pela frente
I ndiscutível era tua alegria
N essa estrada que se iniciava
Z elando por ti agora está Deus
E as orações de quem ati tanto amava
A saudade sim vai ficar do teu sorriso e alegria
Nela um espirito de justiça
O nde quer que esteja agora Eloá
S eja um anjo como eras em vida
Com espinhos não de rosa nem de flor
Eram espinhos venenosos
Que sairam da mal de um malfeitor
Machucaram meu cantinho
Triste ficou minha poesia
Eu mesma não teria a ousadia
Pois ela não merecia
Minha poesia é meu santuário
Não quero ve-la maculada
Não aceito esse tipo de comentário
Crítica sim essa é bem chegada
Faça uma poesia
Fça um desabafo
Não me use como salva vida
Nesse papel não me encaixo
Saudade!
A alma enorme
Coração arrebenta
A saudade cresce
A dor aumenta
A lágrima rolando
Pelo chão caindo
O rosto salgando
Você fujindo
A estrada longa
A distância massacra
Na curva do caminho
Meu ser desaba
A vida vivendo
Minha história sofrendo
A ausência insinua
Eu sozinha com a lua
Encontro de poetas
Encontro de pessoas
Que lava a alma usando a poesia
Não somos a palavra propriamente dita
Somos o toque de verdade emoldurado pela fantasia
Enchemos as páginas de uma história
Virando as mesmas pra frente e p´ra trás
Deitando no papel a retórica
Precisamos nos reabastecer de Paz
E tentamos vive-la escrevendo
Mostrar ao mundo qnd a alma grita
Coração vivendo feliz ou sofrendo
Não somos a palavra somos o que aparece na escrita

