sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Vinte e nove de Janeiro!
Eu queria lhe dar todas as flores colhidas
CAda uma com aroma diferente,com cores matizadas
livres misturadas,com borboletas estilizadas
Nesse teu dia
Eu queria lhe dar todas as luas e suas fases;
Minguante,crescente...
E que rimasse com meu verso eloquente
Nesse teu dia
Eu queria lhe dar todas as manhã ensolaradas de inverno
AS tardes chuvosas e cinzentas de verão
A brisa suave numa melodia desenhando clave
Nesse teu dia
Eu queria lhe dar toda a minha poesia
A mais pura a mais verdadeira
E todo meu amor ,pra uma vida inteira
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Uma Prece!
Sei que não mereço
Mas te peço por favor
É grande esse sentimento
Que carrego em meu peito
Alivia essa dor
Ele só me oferece desprezo
A quem lhe deu apenas amor
Deus me ajude por misericórdia
Desse jeito não posso mais viver
Talvez meu amor foi uma forma iluzória
Que ele usou pra solidão esquecer
Mesmo eu sabendo fui por um tempo feliz
O meu carinho foi verdadeiro
MAs ele esqueceu como poeira de um giz
Deus te peço clamando
Acalme esse meu pranto
Devolva a minha razão
Meu coração foi insano deixando se levar no encanto
Suportanto a desilusão
E agora ele não quer mais me ouvir
Ou fingi as minhas cartas não ler
O silêncio me faz afligir
Deus só tu podes me entender
desisto
Não vou mais insistir nem implorar
Depois de um frio telefonema
Percebi que não devo continuar
Talvez lhe falte coragem
De falar a verdade
Tudo não passou de uma louca viagem
E ainda pede minha amizade?
Você deve ter se devertido
Fui um brinquedo pra enfrentar a solidão
Meu peito foi advertido
Mas meu amor eu dei e recebi desilusão
Tua amiga sinceramente não poderei ser
Não sei como podes se meu coração partiu
Mas sei que não poderá me esquecer
Pois não se esquece o que nunca existiu!
Parece que foi ontem
Você partindo deixando tudo para trás
Me explica ...parece que esqueceu
As juras de amor e muito mais
Por Deus deve haver algum motivo
Eu perdi esse amor e minha Paz
Parece que foi ontem que tudo aconteceu
Você partindo ,deixando tudo para trás
E eu cansei de tentar entender
Porque melhor é a sepáração?
Já não suporto mais sofrer
Algo em mim morreu
Parece que foi ontem que tudo aconteceu
Espero!
Brotar novamente esse amor mas sem disfarce
Numa noite de lua cheia a brilhar
Diante desse extenso mar
Luzindo em teus olhos o desejo
Refletindo em mim tudo que almejo
Horas de caricias e ternura
Foste e é minha cura
Remédio doce e eficaz
ganhar teu amor é viver em PAZ
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Casa do espinheiro

sábado, 27 de dezembro de 2008
Sala de Jantar
Não tem mais a Santa Ceia
Nem pratos vazios pendurados nas paredes
Os talheres de prata não tinem mais
Essência de sal
Uma garrafa de vinho,uma taça de cristal
Quem me dera
Descortinar a voz materna
Chamando pra refeição
A parede branca hoje
Comprime soluços
Castiçais apagados meu destino no centro da mesa
Num vaso de musgos
Não dou licença p/ o amor passar
quero que ele chegue ,entre pela porta da frente,
coração escancarado,sente-se aqui do meu lado
Seja Bem-vindo,num domingo ou feriado
Mas não venha de passagem
Venha pra ficar
Sinta-se a vontade...faça bagunça,loucuras,arruaça
Nada que vem ,chega de graça
Tenho que esse preço pagar
Quer uma cachaça,ouum pouco de garaná?
Mas sinta-se em casa e venha pra ficar....
Não vou dar licença para o amor passar
Mas quero que venha inteiro sem ter que segurar
Nada dessa história de sobras e migalhas
Não dá pra continuar de recordações e de ressaca
Pode trazer tempestades e vulcões
Não o quero impossível ,quero o imprevisível
Viver de emoção me surpreender,quero me admirar
Seja bem vindo sim,mas que venha pra ficar
Não vou dar licença para o amor passar
Quero que venha e permaneça
Não quero que fique na saudade e de saudade envelheça
Quero dela a diferença,não importa crença ou cor
Por isso não dou licença...
Seja bem-vindo: AMOR!
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BASEADO NA FRASE :ONDE ESTOU QUE DOU LICENÇA PRA O AMOR PASSAR"(VIVIANE CABRAL)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Lágrima Não Mente

L agrima teimosa que tento segurar
No meu coração vai consumindo
M esmo eu tentando sufocar
♥Por Mell♥
Um Barquinho de Papel

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Brisa Aventureira
Rondel da dor!

Essa é dor que você me causou
Eu perdida me sinto ferida
É dor infinita sem ser cicatrizada
-:-Por Mell-:-
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Pura verdade do amor
P or você faria tudo diferente
U m dia eu erreri ,mas quem não erra?
R abisquei esse amor
A mor tão puro e real
V ocê nesse teu jeito reticente
E u no meu tão complacente
R azurei até mesmo meus desejos
D e alma apaixonada desesperei
A ssim nosso amor se machucou ou eu mesmo machuquei
D iante dos teus receios
E u pensei que poderia ser covardia
D escrever o medo em poesia
O stentando e desfarçando em fantasias
A gora ficamos assim cada qual no seu canto
M aquiando a dor no coração
O nosso sentimento destroçando
R elutando contra a emoção
Um olhar
Sorrindo sem nada dizer
O próprio momento já diz tudo
Nem preciso responder
Nem preciso responder
Se o olhar já nos entrega
Nascente dessa paixão
Reluzindo na primavera
Reluzindo na primavera
Nem assim encontro as palavras certas
Ainda bem que restou nosso olhar
Nele tudo mais, se concerta
Nele tudo se concerta
Pois eu sempre me atrapalho
Digo coisas que não devia
Me perco como cartas num baralho
Me perco como cartas no bsaralho
Mas você logo me ajuda
Me perdoa sem pensar
Então não falo fico muda
Então não falo fico muda
Apenas olhando em seus olhos
VocÊ meu anjo de candura
Você é o homem que eu gosto
Manhâs Grávidas de Poesia
A inda estou aqui sentada vendo a minha frente um mar infinito
N ada pra fazer somente ficar aqui sentada pensando e poetizando
Hoje td é uma gostosa nostalgia
A té mesmo a saudade
S erena como o mar sem ondas turbulentyas e bravias
G aivotas voando baixo
R abiscando o céu azul
A ndorinhas tomatam seu rumo de assalto
V oando alto em bandos para o sul
Imagino mais uma poesia a nascer
D ecassílabos ,acrósticos trovas
A té quem sabe um rondel?... a inspiração não se esgota
D ia lindo esse e vou contemplando
Esboçando todo meu sentimento
P arece gerar o mundo no ventre
Ostentando tanta beleza
E screvendo a história dessa manhã faceira
S alpicando um pouco de sal
I sso com certeza não faz mal
A té parir mais uma poesia atemporal
-:-Por Mell-:- 14/11/2008
BASEADA NA FRASE DO MEU AMIGO JL"MANHÃS GRÁVIDAS DE MARESIA
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Coração roubado

Entreguei meu coração
A minha alma se revolta
Por não ser dona mais da sua emoção
Não sou dona nem das minhas vontades
Tudo que faço faço por ele sem perceber
Nele se estaciona a minha imagem
Espelho que só reflete você
Mas ele se mostra indiferente
Pra ele tanto faz
Meu peito se recente
Por esse ladrão que levou a minha paz
Queria meu coração de volta
Porem saiba que impossivel é
Amenizo então minha revolta
Vlotando a minha atenção na minha fé
A flor branca que fala
Fala com ardor
Usando a poesia como instrumento
Do seu verdadeiro sentimento
Que se chama amor
E o perfume que nas entrelinhas exala
è de flor de laranjeira apaixonada
Por um poeta fascinante
deixando a alma embriagada
E esse querer mais constante
A flor branca que fala
TE deixa a alma aflita
Ela teu coração enlaça
Fazendo bagunça e arruaça
Em um pequeno laço de fita
Erradiando felicidade apenas num sorriso
Flor branca serena que arranca suspiros
Desse poeta encabulado arranca até
Confissões ao pé do ouvido
A flor branca que fala
Tem um olhar carinhoso e estontiante
Faz o poeta flutuar como passarinho
Amando como menino,,,anjinho
Por caminhos inéditos e sem destino
A flor que fala
AS rosas não falam já dizia Cartola!
Mas confesso que me tornei uma flor que fala nesse canteiro
Implorando por esmola um por um beijo
As flores falam...e me tornei flor de laranjeira
Amiga de um pé de jasmim,que quando me sinto sem eira nem beira
companhia me faz,nas noites sem fim...
As flores falam..e meu coração na minha haste pequena
Bate tão forte que a corda a flor de açucena
E todas se compadecem
Desse clamor dorido
Antes era contido
Mas agora eu grito
Mas ele fingi não ouvir
O som da minha voz
Não entendo o que ele pode sentir
Sendo indiferente nesse grito feroz
As flores falam...e eu de tanto falar, já rouca fiquei
Pedi a juda as magnólias , ao pé de roman as sempre vivas amareladas
Pra curar a minha garganta e gritar que por ele sou apaixonada
Nada digo...contradigo

Nada te digo
Quando eu quis falar , você se fez de surdo
Não quis ouvir meu amor,que pra ti parecias intruso
Agora se te quero ,é meu segredo de mais ninguém
Nem mesmo seu, nem sei se ainda é meu
se um dia te dei todo meu amor o que te dei foi por querer
Nem sei se era meu todo ou se restou algo aqui
E hoje destraidamente, tento esquecer nem sei se já esqueci
Nem sei como esquecer e pra que esquecer
Perdoe mas tenho que partir, ficar aqui não vejo motivo
Tb não sei se teria um motivo, uma intenção...
eu sei que me contradigo,esse pode ser um contundente perigo
Sou intensa em tudo que sinto, você intenso é mas tem receio
Receio da vida... simplesmente receio ou medo!
Mas chegou mesmo a hora, tenho que ir embora
Apesar de me doer tanto ,de me provocar o choro
Um pranto no canto dos olhos ATE
Porque?

Porque faz assim
Porque agir dessa forma?
Porque se esconder atrás dessa porta
Porque falar ao vento essas coisas,elas sim,chegam até aqui
Mas o que eu mais queria era poder te ouvir
Sem o vento como mensageiro
Sem ressentimento, se na verdade o que sinto por vc é amor
Queria tanto outra vez o calor da tua voz
Sentir o frescor do teu hálito
Porque faz assim?
Porque fugir dessa maneira
Pra que se esquivar? Quanta besteira...
Se na verdade você queria mesmo é gritar
Que sempre vamos nos amar
