quinta-feira, 2 de maio de 2013
Por tudo por nada
Por todas às vezes
Que te esperei e você não chegou
Por todas as vezes que o telefone não atendeu ou nem tocou
Por todas as mensagens que não tiveram respostas
Por todos os segredos não revelados e as duvidas que estão no presente
vindas de um passado
Meu coração amou e não foi amado
Pelas poucas vezes que você chegou
Pelas poucas vezes que atendeste ao telefone ou do nada ligou
Pelas poucas vezes que as mensagens foras respondidas
Pelas poucas vezes que os segredos e duvidas foram revelados
Meu coração ainda está machucado
Por todas as vezes Que estava cansado e não quis meu abrigo
Por todas as vezes que não se abriu comigo
Por todas as vezes que me senti uma opção
Você não soube cuidar de meu coração
Pelas poucas vezes que em mim se abrigou
Pelas poucas vezes que comigo desabafou
Pelas poucas vezes que me senti prioridade
Certamente você nunca me amou de verdade
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Obscuridade Cartola-Vander Lee
Obscuridade
Vander Lee
Passei pelo mundo
Sem ser percebido
Ouvindo a tudo
E a nada dando ouvido
Segui pelo caminho
Que tinha a minha frente
Mas não encontrei a estrada
Desejada em minha mente
Nada fiz que aos outros
Tivesse interessado
Tudo que fiz foi por dever ou acovardado
Por nada tive paixão
Mas nada fiz por ódio
Se ausência de sentimentos
Não significa maldade
Simplificando a história,
Vivi na obscuridade
Vander Lee
Passei pelo mundo
Sem ser percebido
Ouvindo a tudo
E a nada dando ouvido
Segui pelo caminho
Que tinha a minha frente
Mas não encontrei a estrada
Desejada em minha mente
Nada fiz que aos outros
Tivesse interessado
Tudo que fiz foi por dever ou acovardado
Por nada tive paixão
Mas nada fiz por ódio
Se ausência de sentimentos
Não significa maldade
Simplificando a história,
Vivi na obscuridade
Bilhete e uma Rosa
Sim fui eu mesma quem deixou esse bilhete, essa rosa em cima da mesa.
Mesmo estando com minha caligrafia, abaixo assinada com meu nome,
minhas razões rabiscadas sim fui
eu
Talvez um dia você entenda porque sai assim
Porque fugi de você e optei por mim
Depois de tantas noites mal dormidas
Contando estrelas pra te-las como companhia
Depois de sobreviver aos temporais aqui dentro e lá fora, mas sempre
junto a você.
Reinventando-me toda hora
Sim fui eu mesma quem deixou esse bilhete com essa rosa em cima da mesa
Rosa desabrochada vermelha por opção
Perfumando o papel sacramentando a inscrição
Talvez um dia você entenda dessa forma
Quantas vezes escrevi e guardei,
outras rasguei e joguei fora
Depois de tanto lhe falar
Pedir pra escutar
Depois de tanto lhe mostrar
Chamar sua atenção no que acontecia
Você não escutava minhas tentativas
Você não percebia se percebia fingia
Sim fui eu mesma quem escreveu esse bilhete
Poderia ser uma carta, mas foi um
bilhete.
Sim fui eu quem deixou essa rosa
Fui eu quem deixou essa casa.
sábado, 23 de março de 2013
Coração
Coração
Você tomou todos os espaços
Entrando num coração vazio
Sufocado, maltratado pelo passado aposentado.
Batendo por bater
Tentando sobreviver descompassado
Você se apossou entrou pelos cantos
Secando todo pranto desse coração insano
De amores profanos
Amando sem saber dos desenganos
Você o tomou logo pra si
Esse coração que nunca soube mentir
Que chorou de tanto rir
E que não sorriu ao ver alguém partir
Você só você agora fez morada permanente
Nesse meu coração doente
E ele foi se curando e em seu tb foi morando pra sempre
Ciúme
O ciúme me provoca
Só pra mostrar que um dia ele venceu
E sempre chegando nos momentos em que minha duvida desaparece mas ele
quer jogar
O que ele não sabe que também sei jogar
Se ele quer brincar, eu também já sei de cor a brincadeira
Se ele quer acabar com esse amor seja o que for vai sair perdendo
O ciúme me provoca a toda hora
Mas hoje o coloquei porta a fora
Pra não mais voltar
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